Estádio da Tundavala terá relva restaurada em 90 dias

Em declarações à Angop, o responsável disse que o trabalho em curso visa a reparação dos aspersores, nivelamento e compactação do piso, estando prevista ainda esta semana o processo da recuperação da relva.

Esse trabalho, segundo o gestor, passa por queimar a erva daninha, melhorar a terra, entre outros tratamentos obrigatórios.

“Este é um processo que tem um prazo mínimo de três meses e esperamos que neste período possamos ter a relva germinada e depois disso continuar a fazer o trabalho para preparar o espaço e com autorização do ministério de tutela, que está a assegurar todos os custos, começar a usar o estádio”, afirmou.

Fez saber que as sementes foram adquiridas na República da Namíbia e foram usadas para os pavilhões do mundial da África do Sul em 2010, com qualidade aprovada pela Federação Internacional de Futebol (FIFA) e se adaptam ao clima local.

Salientou que a relva anterior foi adquirida na Inglaterra e por causa dos custos, distância e outras dificuldade, fracassou e depois de uma análise conseguiram perceber que era melhor optar pela que é usada na África do Sul e que a Namíbia também possui.

Destacou não terem problemas de regadio no momento, uma vez que estão a trabalhar com os quatro furos existentes que foram recuperados, assim como contam com eneregia eléctrica da rede pública.

Frisou estarem a trabalhar com o Ministério da Juventude e Desportos, no sentido de poder garantir a manutenção posterior da relva e de toda a estrutura em si, para que não volte a se repetir o que aconteceu anteriormente, que por falta de conservação regular, perdeu-se a relva e o espaço foi vandalizado pelos populares.

Construído em 2009, o Estádio Nacional da Tundavala custou 69 milhões de dólares americanos e tem capacidade para albergar 21 mil e 40 espectadores, tendo sido palco de alguns jogos dos Palancas Negras e acolheu também o grupo D do Can2010.

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