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Angola

Atraso na emissão de passaportes em Angola

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Corrupção no SME (Seviço de Migração e Estrangeiro)?

Cidadãos obrigados a pagarem gasosa de 50 ou 30 mil kwanzas para obtenção do Passaporte, caso contrario pode ficar mais de 10 meses sem receber o passaporte.

Segundo uma fonte anónima, com 50 mil kwanzas recebe-se o passaporte no mesmo dia, ao passo que com 30 mil kwanzas recebe-se o mesmo em duas semanas.

Numa publicação do músico MCK no facebook manifestando o seu descontentamento por causa do seu passaporte que não sai já há 70 dias, muitos internautas comentando a publicação afirmaram que pagaram a gasosa de 30 mil kwanzas e só assim receberam os devidos passaportes.

Queremos ser respeitados como cidadãos angolanos no nosso herdado país.

Queremos nossos passaportes, nossas cartas de condução.

Basta, basta de burocracia e corrupção no seio dos órgãos do Ministério do Interior

Serviço de Migração e Estrangeiro

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Angola

PR exonera Comandante Geral da Polícia Nacional

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Até ao momento, não são conhecidas, oficialmente, as razões da ausência de Rafael Marques.

O encontro ocorreu 24 dias depois de o Chefe de Estado ter condecorado com medalhas de mérito distintas personalidades que se bateram pela independência nacional, num gesto que visa consolidar o processo de reconciliação entre os angolanos.

Com essa audiência, João Lourenço deu seguimento à estratégia de estender o diálogo a organizações da sociedade civil que reclamam, há muito, o direito de serem ouvidas e de contribuírem com os seus pontos de vista ou opiniões.

O encontro, do qual participaram representantes de mais de uma dezena de ONG e associações cívicas, visou assegurar a melhoria do desempenho da acção governativa, em relação a variadíssimos assuntos, entre os quais a qualidade do ensino.

Estiveram no Palácio Presidencial, entre outros, activistas habitualmente críticos ao Governo, nomeadamente Luaty Beirão e Alexandra Simeão (Associação HANDECA), Fernando Macedo (Associação Justiça, Paz e Desenvolvimento), Salvador Freire (Associação Mãos Livres) e José Patrocínio (OMUNGA).

Participaram também representantes de outras associações, tais como o Centro Cultural Mosaico, a Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA), a AMANGOLA e os Conselhos Nacional e Provincial da Juventude.

Em declarações à imprensa, a representante da Associação HANDECA, Alexandra Simeão, disse que a ida ao Palácio Presidencial representa um reconhecimento público de que o Presidente da República tem tido “uma governação corajosa”.

“Não podemos concordar sempre com tudo, mas, na generalidade, tem sido uma tentativa de construir um novo país. Vamos aguardar e incentivar que isso aconteça”, expressou a activista, que saudou a abertura do Chefe de Estado para contactarem os seus serviços de apoio e fazerem chegar as suas propostas.

Já o representante do Observatório Político e Social de Angola (OPSA), Sérgio Calundungo, afirmou ter sido um “encontro simbólico, que marca um momento muito importante” na relação entre o Presidente da República e as vozes da sociedade civil que, durante muito tempo, criticaram aquilo que foi sendo a governação.

“O PR demonstra que não tem receio de dialogar, nem que fosse com as vozes mais críticas da sociedade”, vincou o activista.

Por sua vez, José Patrocínio, da Associação OMUNGA, declarou que a sociedade civil continua expectante em relação à resolução de questões sensíveis, como o combate à corrupção, um dos temas a que o Chefe de Estado mais se dedica.

“O importante é que as coisas passaram a ser assuntos de domínio público”, declarou.

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