Connect with us

Dicas e Guias

18 comportamentos de pessoas com inteligência emocional elevada

Publicado

em

Cada pessoa traz em si programas biológicos de ação e reação automáticos. Porém, o meio em que vivemos, nossa cultura local e experiências de vida, vão moldando nossa bagagem biológica para definir nossas respostas e manifestações diante dos estímulos emocionais com que nos deparamos.Algumas pessoas têm alta capacidade de lidar com as emoções e sentimentos sejam seus ou dos outros – mesmo diante de situações desafiadoras, de ansiedade ou estresse. Essa capacidade de lidar bem (ou não) com as emoções pode ser medida e é chamada de inteligência emocional (QE). As pessoas que tem o QE elevado costumam ter comportamentos diferenciados e mais chances de sucesso em empreendimentos.

Veja abaixo quais são esses comportamentos:

1. Amplo vocabulário emocional

Muitas pessoas quando passam por algum problema com suas emoções, apenas expressam que estão se sentindo “mal” ou com um “nó no peito”. Já as pessoas emocionalmente inteligentes podem identificar especificamente como se sentem, “irritados”, “frustrados”, “oprimidos”, ou “ansiosos.”


2. Curiosidade a respeito de pessoas

A vida dos outros e como eles se sentem é importante para a pessoa que tem QE elevado. Um dos sinais marcantes é a empatia. Quanto mais você se preocupa com os outros, mais curiosidade terá sobre eles.


3. Fácil adaptação

As pessoas de alto QE, não se desesperam com as mudanças. Elas sabem que mudanças são necessárias às vezes e estão dispostas a se adaptarem. São flexíveis e sabem que rotinas desgastantes e medo de mudanças são paralisantes.


4. Autoconhecimento

Conhecer seus pontos fortes e suas fraquezas e utilizá-los para seu pleno desenvolvimento é outro comportamento comum de pessoas com inteligência emocional alta. Elas compreendem as próprias emoções e sabem em que são boas e em que são ruins.


5. Senso de julgamento

A inteligência emocional está muito ligada à consciência social. Envolve a capacidade de ver o outro e fazer um julgamento correto sobre seu caráter; é quase uma capacidade de “ler” as outras pessoas. O inteligente emocional compreende seus problemas e motivações, ainda que não sejam aparentes.


6. Autoconfiança

A pessoa que consegue rir de si mesmo, que não se ofende com brincadeiras e até mesmo críticas – pois tem autoconfiança – é uma pessoa emocionalmente bem-dotada. Além disso, os limites entre humor e degradação estão bem claros para ela.


7. Sabem dizer “não”

Tanto a si mesma quanto aos outros. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, concluiu que não saber dizer “não” causa estresse, esgotamento e até depressão. Saber dizer não a si mesmo, adiar a própria gratificação ou exercer autocontrole é característico do QE alto. Dizer “não” aos outros, pode ser libertador. Quando você diz não a um compromisso, isso lhe permite cumprir os que já assumiu e cumpri-los com êxito, já que não há sobrecarga nem pressa.


8. Mudam a si mesmas

Outra característica comum à inteligência emocional alta é a capacidade de ver os próprios erros, corrigi-los ou abandoná-los. Não significa esquecer seus erros, pois se aprende com eles, mas não cometer os mesmos erros novamente.


9. Não são interesseiras

Não dão algo esperando outro em troca. Seus relacionamentos são firmes, porque se preocupam com os outros.


10. Não guardam ressentimentos

Pesquisadores da Universidade Emory demonstraram que guardar rancor faz a pressão arterial subir e causar problemas cardíacos. As pessoas emocionalmente inteligentes sabem que devem evitar a todo o custo.


11. Lidam bem com pessoas

Até mesmo com as chamadas “tóxicas”. Elas identificam as próprias emoções e não se deixam afetar pelo confronto. Mesmo em situações de enfrentamento conseguem encontrar soluções e um ponto em comum.


12. Não são perfeccionistas

Sabem que a perfeição não existe e não perdem tempo procurando por ela. Sabem também que buscar a perfeição que não existe, lhes deixará sempre com a sensação de fracasso e tira seu ânimo para avançar.


13. Apreciam o que têm

Uma pesquisa conduzida na Universidade da Califórnia descobriu que as pessoas que buscam diariamente cultivar uma atitude de gratidão notam melhora do humor, energia e bem-estar físico através da redução do cortisol.


14. Descansam

A qualquer custo. Não negligenciam seu tempo “off-line”, pois sabem que é fundamental para enfrentar a rotina e ter boa saúde.


15. Limitam a cafeína

Cafeína é um estimulante cerebral útil se você precisa de uma resposta do tipo: fugir ou lutar? O que é ótimo, se você está diante de um rinoceronte, mas totalmente desnecessário se for para responder a um e-mail. Indivíduos de alto QE sabem que a cafeína é um problema e não se deixam escravizar por ela. Nem por qualquer outra substância ou hábito.


16. Sono adequado

Pessoas com alto QE são assim por justamente dormirem o necessário. O sono recarrega o cérebro e limpa as memórias desnecessárias do dia através do sonho e armazena as necessárias. Seu cérebro fica alerta e “afiado”. Por isso, sono para pessoas assim é prioridade.


17. Não ruminam pensamentos negativos

Sabem que pensamentos negativos são apenas isso: pensamentos. Sabem que a maioria dos nossos medos jamais acontece. Por isso, se livram dos pensamentos negativos e se movem a uma perspectiva mais positiva.


18. Não se comparam

Sua autoestima é forte. Pelo autoconhecimento e a autoconfiança já citados, não se abalam com comentários alheios e não se comparam com o sucesso dos outros. Quando se sentem bem sobre algo que fizeram, não vão deixar que comentários maldosos lhes tirem a alegria, pois quando se depende da opinião alheia, deixa-se de ser autor da própria felicidade.

Fonte: Escrito por Stael F. Pedrosa Metzger (escritora free-lancer, tradutora, desenhista e artesã, ama literatura clássica brasileira e filmes de ficção científica. É casada e mãe de dois filhos).

Continue Lendo
Clique Para Comentar

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Dicas e Guias

Reclamar faz mal ao cérebro: especialista dá dicas para você fugir deste hábito

Publicado

em

Ouvir um resmungão pode te trazer mais do que vontade de sair correndo para bem longe do papo mal-humorado. A Ciência explica que uma enxurrada de reclamações, além de encher seu ouvido, atinge negativamente seu cérebro e o funcionamento do seu corpo.

Pior: se você é a pessoa que tem o hábito de criticar tudo e todos, o efeito também se aplica à sua saúde mental.

 

Mas, parece que o hábito de reclamar acaba fazendo parte da nossa vida vez ou outra, não é mesmo? Para evitar (ou reduzir) os danos, entrevistamos a coach de alta performance e produtividade Patricia Marinho, que ensina como devemos lidar com os chatões e jeitos práticos de levantar o astral daquele conhecido que só vê a vida em tons de cinza. Entre as dicas, ela ensina a “regra da água” para manter o otimismo em dia. Que tal testar?

Por que reclamar atinge seu cérebro negativamente

O articulista e cientista da computação Steven Parton publicou um texto no site Curious Apes sobre como o fato de resmungar pode acabar com seu bem-estar e daqueles que o cercam, atingindo diretamente o cérebro dos indivíduos.

Ele explica que a cada pensamento que temos, nosso cérebro é remodelado, alterando a construção física da realidade. Isto porque a ponte que se forma entre as células nervosas (os neurônios) acaba se estreitando ainda mais para a produção daquele pensamento.

“Ao longo de seu cérebro há uma coleção de sinapses separadas por um espaço vazio chamado de fenda sináptica. Sempre que você tem um pensamento, uma sinapse dispara um produto químico através da fenda para outra sinapse, construindo assim uma ponte sobre a qual um sinal elétrico pode atravessar, levando consigo a informação relevante que você está pensando”, detalha.

Sinapses

“Toda vez que essa carga elétrica é acionada, as sinapses diminuem a distância que a carga elétrica tem que atravessar. Portanto, o cérebro é religado em seu próprio circuito, e se altera fisicamente para tornar mais fácil a realização das sinapses adequadas – e isto faz com que o pensamento, em essência, seja mais facilmente disparado”.

Aliado a essa capacidade cerebral, está o fato de que as sinapses que você tem mais fortalecidas definem sua personalidade. No fim das contas: aquele pensamento que se repete mais dentro da sua cabeça reforça as pontes dentro da rede dos seus neurônios.

“Através da repetição do pensamento, você aproxima cada vez mais o par de sinapses que representa suas inclinações, e quando surgir o momento oportuno para que você possa formar um pensamento, o pensamento que ganha é aquele que tem menos distância para viajar”.

Isto quer dizer que, quanto mais você reclamar, mais reforçará o jeito “reclamão” de seu cérebro.

Aceitação x desgosto

Steven aponta outro fator que faz com que os resmungos, por vezes, destruam nosso cérebro: a dualidade entre a aceitação e o desgosto, o amor e o medo, o otimismo e o pessimismo. Em uma experiência pessoal, o autor resolveu seguir, frente a situações boas e ruins, o preceito de “agradecer pela experiência e pela lição”.

“A natureza aprecia caos, e nosso cérebro não é diferente. E por isso é importante salientar que esta, obviamente, não é uma prática à prova de idiotas que irá erradicar completamente a negatividade de sua consciência; por vezes, a emoção pega muito pesado e o par de sinapses que chama a carga química será o negativo”, relata.

“Mas, como qualquer músculo, se você exercer essas sinapses ‘amorosas’, você vai encontrar uma nova força inata que fará o mundo brilhar com muito mais frequência. Você também vai se perceber muito mais feliz por causa de seu bem-estar”.

Ouvir reclamação dos outros

Quando você ouve muito blá-blá-blá negativo, seu cérebro se relaciona com a outra pessoa em virtude dos “neurônios-espelho”.

Nesta experiência, a empatia com o outro faz com que tentemos sentir a emoção que ele está sentindo – e aí, você literalmente, “troca energias negativas” com seu interlocutor.

O que fazer para evitar negatividade

A coach de alta performance e produtividade Patricia Marinho nos deu 8 dicas comportamentais para escapar de gente “pra baixo”. Se você é uma pessoa assim, a especialista também orienta a melhor maneira de mudar sua forma de ver as experiências na vida:

1- “Somos o resultado das cinco pessoas que mais nos relacionamos”

“Se você está do lado de pessoas que só reclamam, em breve pode se tornar assim também”, comenta Patricia.

2 -A palavra tem muito poder

“Se você está no meio de uma crise e diz que vai ser assim até o final do ano, será”, comenta a especialista. “Leve otimismo para a conversa: ‘existe um crise, sim. Mas o que vamos fazer para mudar?”.

3- Esteja ao lado de pessoas que são altruístas e otimistas

“Uma âncora é apenas 10% do peso do navio e, mesmo assim, o prende. Não deixe que ninguém seja uma âncora”.

4- Reclamar é um hábito e, por isso, pode ser mudado

“Nosso cérebro demora 21 dias para entender que criamos um hábito. Depois, vira rotina”. Por isso, evite manter atitudes negativas, como respostas ríspidas e mau-humor.

5- Tente mudar o assunto sempre que quem reclama entrar em ação

“Você dá um bom-dia, e a pessoa responde ‘bom dia por quê?’; peça para ela respirar fundo e diga que o fato de ela estar viva já é motivo para um bom dia”.

6- Se alguém reclamar do seu lado, não faça coro à crítica

“Ela fala mal de alguém e você fala bem. Um dia essa pessoa mudará o comportamento”, pondera a coach.

7- Mude de assunto sempre que se sentir arrastado pelas energias negativas do interlocutor

Se a pessoa reclama de alguma coisa, pergunte algo como “você já viu como o céu está aberto hoje?”, para forçá-la a mudar de assunto.

8- Não tente chamar atenção da pessoa

Frases do tipo “você só reclama” ou “você fala tão mal” não funcionam, segundo a coach. “Quando alguém fizer uma crítica, fale uma coisa positiva”.

Dica de ouro: a regra da água
A coach sugere um hábito às pessoas que têm o costume de reclamar sempre. “Ande com uma garrafinha de água e toda vez que pensar em falar mal de alguma coisa, beba a água e segure o líquido na boca”, explica. “É uma dica que traz benefício à saúde do corpo e da mente”.

Continue Lendo

Trending