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Dicas e Guias

7 COISAS QUE ACONTECEM QUANDO DEIXA DE FAZER SEXO

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Ter relações sexuais faz (mesmo) bem à saúde. Estudos internacionais demonstram as consequências da abstinência e/ou de uma atividade sexual pouco regular.

créditos: AndreyPopov

Existem muitas razões para que a sua vida sexual abrande ou chegue mesmo a parar. Rotina, cansaço, ruturas nas relações, excesso de trabalho, que muitas vezes também implica ausências, viagens… Enfim, trata-se de um período de seca que pode ter uma série de implicações na sua saúde, boas e más, como alertam os autores de vários estudos internacionais. Saiba o que lhe pode acontecer quando deixa de praticar sexo:

1. Aumento da ansiedade 

A atividade sexual ajuda as pessoas a descomprimir. Investigadores escoceses descobriram que indivíduos que se abstiveram de fazer sexo tiveram mais dificuldade em fazer frente a situações de stresse, como falar em público, por exemplo, comparativamente a indivíduos que o praticaram pelo menos uma vez a cada duas semana.

Dizem os investigadores que, durante o ato sexual, o cérebro liberta substâncias químicas como as endorfinas e a oxitocina que nos ajudam a aumentar a sensação de prazer.

2. Maior risco de cancro da próstata

Os homens que deixam de praticar sexo com frequência podem perder os benefícios protetores da próstata. Um estudo apresentado pela American Urological Association revela que os homens que praticam uma atividade sexual com frequência têm menos 20% de risco de contrair cancro da próstata. A razão? As ejaculações frequentes eliminam da próstata substâncias potencialmente perigosas.

3. Perigo de gripes e constipações

Menos sexo pode reduzir a sua resistência a micróbios e diminuir o seu sistema imunitário, que fica assim como uma maior suscetibilidade a gripes e constipações. Investigadores da Wilkes-Barre University na Pensilvânia, nos EUA, descobriram que indíviduos que praticam sexo uma ou duas vezes por semana sofrem um aumento em 30% da imunoglobulina A (IgA) comparativamente aos que têm relações sexuais raramente ou mesmo nunca. Segundo os autores da investigação, a imunoglobulina é um anticorpo responsável pelo combate aos invasores do organismo.

4. Diminuição do risco de infeção urinária nas mulheres

Cerca de 80% das infeções urinárias ocorre nas 24 horas posteriores ao ato sexual. Durante o sexo, as bactérias da vagina são empurradas para a uretra, o que pode provocar uma infeção. De forma que, pelo menos para as mulheres, o facto de não praticarem sexo pode significar que têm menos probabilidade de sofrer desta infeção dolorosa.

5. Aumento das inseguranças na relação

Não ter relações sexuais implica, segundo os especialistas, um declínio na felicidade do casal, que cria um afastamento e uma insegurança. «Não haver sexo numa relação pode ser um golpe para a autoestima, gerar culpas e diminuir os níveis de oxitocina e de outras hormonas de união», refere mesmo Les Parrott, psicólogo e autor do livro «Salve o seu casamento antes de começar».

«Também pode aumentar o medo de que algum dos elementos do casal vá procurar fora do matrimónio solução para as suas necessidades sexuais, o que pode levar à paranóia», refere. No entanto, o psicólogo alerta para o facto de que isto não significa que um casal sem sexo não possa ser feliz.

«O sexo é apenas uma expressão de intimidade entre os casais», sublinha. Beijar, dar as mãos e/ou oferecer presentes inesperados são detalhes que podem ajudá-lo a sentir-se ligado à sua outra metade de forma emocional, sobretudo se não há muito tempo para a relação física.

Veja na página seguinte: A relação entre a falta de sexo e os estados depressivos

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18 comportamentos de pessoas com inteligência emocional elevada

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Cada pessoa traz em si programas biológicos de ação e reação automáticos. Porém, o meio em que vivemos, nossa cultura local e experiências de vida, vão moldando nossa bagagem biológica para definir nossas respostas e manifestações diante dos estímulos emocionais com que nos deparamos.Algumas pessoas têm alta capacidade de lidar com as emoções e sentimentos sejam seus ou dos outros – mesmo diante de situações desafiadoras, de ansiedade ou estresse. Essa capacidade de lidar bem (ou não) com as emoções pode ser medida e é chamada de inteligência emocional (QE). As pessoas que tem o QE elevado costumam ter comportamentos diferenciados e mais chances de sucesso em empreendimentos.

Veja abaixo quais são esses comportamentos:

1. Amplo vocabulário emocional

Muitas pessoas quando passam por algum problema com suas emoções, apenas expressam que estão se sentindo “mal” ou com um “nó no peito”. Já as pessoas emocionalmente inteligentes podem identificar especificamente como se sentem, “irritados”, “frustrados”, “oprimidos”, ou “ansiosos.”


2. Curiosidade a respeito de pessoas

A vida dos outros e como eles se sentem é importante para a pessoa que tem QE elevado. Um dos sinais marcantes é a empatia. Quanto mais você se preocupa com os outros, mais curiosidade terá sobre eles.


3. Fácil adaptação

As pessoas de alto QE, não se desesperam com as mudanças. Elas sabem que mudanças são necessárias às vezes e estão dispostas a se adaptarem. São flexíveis e sabem que rotinas desgastantes e medo de mudanças são paralisantes.


4. Autoconhecimento

Conhecer seus pontos fortes e suas fraquezas e utilizá-los para seu pleno desenvolvimento é outro comportamento comum de pessoas com inteligência emocional alta. Elas compreendem as próprias emoções e sabem em que são boas e em que são ruins.


5. Senso de julgamento

A inteligência emocional está muito ligada à consciência social. Envolve a capacidade de ver o outro e fazer um julgamento correto sobre seu caráter; é quase uma capacidade de “ler” as outras pessoas. O inteligente emocional compreende seus problemas e motivações, ainda que não sejam aparentes.


6. Autoconfiança

A pessoa que consegue rir de si mesmo, que não se ofende com brincadeiras e até mesmo críticas – pois tem autoconfiança – é uma pessoa emocionalmente bem-dotada. Além disso, os limites entre humor e degradação estão bem claros para ela.


7. Sabem dizer “não”

Tanto a si mesma quanto aos outros. Uma pesquisa da Universidade da Califórnia, concluiu que não saber dizer “não” causa estresse, esgotamento e até depressão. Saber dizer não a si mesmo, adiar a própria gratificação ou exercer autocontrole é característico do QE alto. Dizer “não” aos outros, pode ser libertador. Quando você diz não a um compromisso, isso lhe permite cumprir os que já assumiu e cumpri-los com êxito, já que não há sobrecarga nem pressa.


8. Mudam a si mesmas

Outra característica comum à inteligência emocional alta é a capacidade de ver os próprios erros, corrigi-los ou abandoná-los. Não significa esquecer seus erros, pois se aprende com eles, mas não cometer os mesmos erros novamente.


9. Não são interesseiras

Não dão algo esperando outro em troca. Seus relacionamentos são firmes, porque se preocupam com os outros.


10. Não guardam ressentimentos

Pesquisadores da Universidade Emory demonstraram que guardar rancor faz a pressão arterial subir e causar problemas cardíacos. As pessoas emocionalmente inteligentes sabem que devem evitar a todo o custo.


11. Lidam bem com pessoas

Até mesmo com as chamadas “tóxicas”. Elas identificam as próprias emoções e não se deixam afetar pelo confronto. Mesmo em situações de enfrentamento conseguem encontrar soluções e um ponto em comum.


12. Não são perfeccionistas

Sabem que a perfeição não existe e não perdem tempo procurando por ela. Sabem também que buscar a perfeição que não existe, lhes deixará sempre com a sensação de fracasso e tira seu ânimo para avançar.


13. Apreciam o que têm

Uma pesquisa conduzida na Universidade da Califórnia descobriu que as pessoas que buscam diariamente cultivar uma atitude de gratidão notam melhora do humor, energia e bem-estar físico através da redução do cortisol.


14. Descansam

A qualquer custo. Não negligenciam seu tempo “off-line”, pois sabem que é fundamental para enfrentar a rotina e ter boa saúde.


15. Limitam a cafeína

Cafeína é um estimulante cerebral útil se você precisa de uma resposta do tipo: fugir ou lutar? O que é ótimo, se você está diante de um rinoceronte, mas totalmente desnecessário se for para responder a um e-mail. Indivíduos de alto QE sabem que a cafeína é um problema e não se deixam escravizar por ela. Nem por qualquer outra substância ou hábito.


16. Sono adequado

Pessoas com alto QE são assim por justamente dormirem o necessário. O sono recarrega o cérebro e limpa as memórias desnecessárias do dia através do sonho e armazena as necessárias. Seu cérebro fica alerta e “afiado”. Por isso, sono para pessoas assim é prioridade.


17. Não ruminam pensamentos negativos

Sabem que pensamentos negativos são apenas isso: pensamentos. Sabem que a maioria dos nossos medos jamais acontece. Por isso, se livram dos pensamentos negativos e se movem a uma perspectiva mais positiva.


18. Não se comparam

Sua autoestima é forte. Pelo autoconhecimento e a autoconfiança já citados, não se abalam com comentários alheios e não se comparam com o sucesso dos outros. Quando se sentem bem sobre algo que fizeram, não vão deixar que comentários maldosos lhes tirem a alegria, pois quando se depende da opinião alheia, deixa-se de ser autor da própria felicidade.

Fonte: Escrito por Stael F. Pedrosa Metzger (escritora free-lancer, tradutora, desenhista e artesã, ama literatura clássica brasileira e filmes de ficção científica. É casada e mãe de dois filhos).

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