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Sociedade

Conheça os 10 países com mais fumantes no mundo

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Falar sobre tabagismo, é difícil não falar também sobre câncer de pulmão, considerando que fumar aumenta a chance de desenvolver câncer de pulmão em 23 vezes em homens, e 13 vezes em mulheres. Perto de 90% dos casos de câncer de pulmão são estimados serem consequências do tabagismo, assim as pessoas poderiam esperar que os países na seleção terão altas taxas de mortalidade por câncer de pulmão.No entanto, essa suposição se tornou incorreta, já que 7 países na seleção nem sequer chegariam aos 20 principais, e muito menos 10 principais, dos países com as taxas de mortalidade mais altas por câncer de pulmão. 2 dos países da seleção não têm causa de morte em suas estatísticas, assim as taxas de mortalidade de câncer de pulmão não estão disponíveis.

Fumar não é apenas prejudicial à saúde dos fumantes, e fumantes passivos, mas é também prejudicial ao meio ambiente. As culturas de tabaco esgotam o solo de nutrientes, e ao mesmo tempo o envenenam com pesticidas, reguladores de crescimento, e fertilizantes, que são necessários para o cultivo do tabaco.

A cada ano, novas áreas de floresta são removidas para novas culturas de tabaco, e o desmatamento é obviamente uma “grande contribuição” da indústria do tabaco e os fumantes para a mudança climática. É dever sequer mencionar que a maioria dos filtros de cigarro não é biodegradável, e é tóxica para a vida aquática? E se tudo acima não for suficiente, adicione também os incêndios causados pelas bitucas de cigarro nas matas.

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Para elaboração da seleção, são usados dados da Organização Mundial da Saúde. São classificados os países por porcentagem de uma população que consiste de fumantes com idade superior a 15 anos. Se fosse elaborada a seleção com base no consumo de cigarro per capita, ainda assim não daria correlação melhor com as taxas de mortalidade de câncer de pulmão. As taxas de mortalidade por câncer de pulmão são retiradas de WorldLifeExpectancy, e o consumo anual de cigarros por pessoa é de TobaccoAtlas.

10°

Chile – 38% de fumantes

chile entre os paises com mais fumantes no mundo
Com 40% de homens, e 36% de mulheres fumantes no Chile, a taxa de mortalidade por câncer de pulmão para o Chile de 13.55 per capita parece ser relativamente baixa. O consumo de cigarros por pessoa por ano é de 929.55.

Bósnia e Herzegovina – 38.3% de fumantes

Bosnia and Herzegovina entre os paises com mais fumantes no mundo
Mais homens fumam na Bósnia e Herzegovina do que no Chile, 47.2% deles, e menos mulheres, sendo 30%. Enquanto o país tem apenas 0.3% mais fumantes do que o Chile, tem maior consumo de cigarros por pessoa por ano de 2233.46, e de modo significativo a taxa de mortalidade por câncer de pulmão maior de 29.5 per capita, a vigésima quinta pior no mundo.

Líbano – 38.3% de fumantes

libano entre os paises com mais fumantes no mundo
Com a mesma porcentagem total de fumantes como o país anterior, o Líbano apenas difere ligeiramente com 45.4% dos homens, e 31% das mulheres sendo fumantes. Embora o consumo de cigarros do Líbano por pessoa, por ano, seja significativamente maior, sendo de 3023.15, a taxa de mortalidade por câncer de pulmão é relativamente baixa, de 15.85 por 100.000 pessoas.

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Rússia – 39.1% de fumantes

russia entre os paises com mais fumantes no mundo
E parece que os russos não são apenas grandes consumidores de álcool, com 59% dos homens e 22.8% das mulheres sendo fumantes. Eles têm a taxa de mortalidade por câncer de pulmão de 28.91 per capita, e o consumo de cigarro por pessoa por ano de 2690.33.

Indonésia – 39.8% de fumantes

indonesia entre os paises com mais fumantes no mundo

Na Indonésia, é observada extrema diferença nos sexos, 76.2% de homens, e apenas 3.6% de mulheres fumam. A taxa de mortalidade por câncer de pulmão por 100.000 pessoas é de 17.16, e o consumo de cigarros por pessoa por ano é de 1322.3.

Jordânia – 41% de fumantes

jordania entre os paises com mais fumantes no mundo
Com 70% de homens, e 10.7% de mulheres sendo fumantes, a Jordânia segue a mesma tendência cultural como na Indonésia, de mais homens sendo fumantes, enquanto poucas mulheres têm o mesmo privilégio. A taxa de mortalidade por câncer de pulmão é de 14.88 per capita, e o consumo de cigarros por pessoa por ano é de 1855.05.

Sérvia – 41.6% de fumantes

servia entre os paises com mais fumantes no mundo
Na Sérvia 43.6% dos homens, e 39.7% das mulheres fumam. O consumo de cigarro por pessoa por ano é de 1643.67. A taxa de mortalidade por câncer de pulmão por 100.000 pessoas é de 45.8, a quarta pior do mundo.

Grécia – 42.4% de fumantes

grecia entre os paises com mais fumantes no mundo
Na Grécia, 52.6% dos homens, e 32.7% das mulheres fumam. O consumo de cigarro por pessoa por ano é de 2086.09, e a taxa de mortalidade por câncer de pulmão é de 29.71 per capita, a vigésima quarta pior.

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Nauru – 47.5% de fumantes

nauru entre os paises com mais fumantes no mundo
Nauru é uma exceção à regra que os homens fumam mais do que as mulheres, tendo 43% de homens, e 52% das mulheres como fumantes, sendo Nauru segunda posição nesta seleção, dos 10 países com mais fumantes no mundo.

Kiribati – 52.2% de fumantes

kiribati entre os paises com mais fumantes no mundo
Kiribati tem 63.9% de homens, e 40.9% de mulheres como fumantes. O consumo de cigarros por pessoa por ano é estimado a ser de 28.03, que é obviamente difícil de acreditar, e provavelmente incorreto, sendo Kiribati posição líder nesta seleção, dos 10 países com mais fumantes no mundo.

 

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Angola

VERGONHOSA OPÇÃO CONTRA OS… POBRES

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O Titular do Poder Executivo prometeu, durante a campanha eleitoral, mais de 500 mil postos de trabalho, durante o seu mandato, visando baixar o nível elevado de desemprego. No dia 24 de Junho de 2017, João Lourenço disse o seguinte na província do Uíge: “É nossa maior preocupação e grande prioridade do MPLA baixar os índices de desemprego. Queremos ver uma sociedade com os mais baixos níveis de desemprego para que grande parte dos cidadãos em idade laboral tenha emprego”.

Por William Tonet

Oentão candidato do MPLA e actual Presidente da República considerou que o “Estado tem a responsabilidade de criar o ambiente para que o sector privado cresça e cumpra a sua responsabilidade de dar emprego aos cidadãos”.

Mas, no virar da esquina, já nas vestes de Chefe de Estado, qual Messias, as promessas que levaram ao rubro milhares de eleitores, talvez incautos, andam em sentido contrário ao antes dito.

Vejamos o que João Lourenço disse no dia 8 de Janeiro de 2018: “No que diz respeito à Função Pública, pagar melhor será possível, se pagarmos melhor a menos gente. A Função Pública tem excedentes de trabalhadores. Portanto, o passo de melhorar o salário da Função Pública deve ser acompanhado da redução desta mesma Função Pública”.

Com esta constatação, os 500 mil empregos, prometidos pelo MPLA e o seu candidato ficam em “banho-maria” e, mais grave, trazem a milhares de trabalhadores, a desilusão dos políticos, depois das eleições, serem “useiros e vezeiros” em não honrarem a palavra dada, porquanto no poleiro (o objectivo principal, talvez único) já lá estão.

Mas o Presidente foi ainda mais categórico quanto ao sonho de consumo e melhoria do nível de vida dos cidadãos pobres, ao descartar qualquer aumento salarial: “É um dilema que enfrentamos, da necessidade de pagarmos bons salários, por um lado, da necessidade da redução da máquina do aparelho do Estado”. Para além de afastar solidariedade ante eventuais injustiças no sector privado, principalmente, no da rádio, a maioria das emissoras foram criadas pelo MPLA, em 1992, mas no caso específico à Rádio 2000 do Lubango: “Essas rádios não são públicas. Portanto, eu tenho que olhar para as rádios públicas. As rádios são privadas. Portanto, os accionistas dessas rádios é que têm que velar por elas. Lamento dizer isso, mas não posso assumir a responsabilidade que não é nossa. Nem os accionistas deixariam, se calhar”.

Infeliz saída presidencial. É mentira que um chefe de Estado seja apenas dos cidadãos ligados aos órgãos do Estado. Não! O Presidente da República deve estar preocupado com os trabalhadores da Função Pública e do sector privado. Com todos, sem excepção.

É verdade ser hercúlea a tarefa de João Lourenço, ante o estado deplorável das finanças públicas, mas, neste quesito, infelizmente, não existe “virgem inocente”, no seio dos membros dirigentes do partido de regime.

Ademais, quando alguém concorre à mais alta magistratura, não pode justificar, chegado ao poder, não saber do quadro do país e das soluções que o mesmo carece.

Mas se João Lourenço, como político pensa desta forma, a sua equipa económica deveria ter uma visão mais pragmática sobre o quadro económico-financeiro do país e apontar soluções realistas para o controlo e combate da inflação, diminuição do desemprego e criação de um fundo, para quem se encontre nessa condição, fomento do consumo, com a criação de empregos de carteira assinada.

Foi com base nestas premissas que o eleitor depositou o seu voto na urna, esperando renovar esperanças com uma nova política económica.

Infelizmente a equipa económica liderada por Manuel Júnior prometeu, prometeu, prometeu… e nada, não consegue tirar uma da cartola, capaz de oxigenar esperança, aos operadores e empreendedores económicos e aos mais pobres.

A inconsistência demonstrada na apresentação do programa não inspira dias melhores, pelo contrário, os autóctones pobres que se preparem para o pior cenário.

A inflação, os preços dos produtos de primeira necessidade e o desemprego, não pararão de crescer, causando o aumento da fome e o desalento nos lares, enquanto os ricos, continuarão a ficar mais ricos, com as fortunas a crescendo, face à nova política proteccionista do Banco Nacional de Angola aos bancos comerciais.

O programa económico do Titular do Poder Executivo versus Manuel Júnior assenta em três vias de desemprego:

a) Estado, por falta de dinheiro para suportar os salários;

b) Empresas Públicas, que vão despedir, tendo as maiores: SONANGOL e TAAG já anunciado uma cifra na ordem dos 3000 trabalhadores;

c) Empresas Privadas pelo aumento dos impostos e incapacidade de venda dos seus produtos.

O câmbio livre não passa de uma estratégia, do governador José de Lima Massano, um bancário “privado” (é jogador e árbitro, ligado ao BAI), para salvar a banca privada, atolada em créditos mal parados, na ordem dos 60%, face à irracionalidade na concessão de créditos aos empresários do betão e partidocratas.

Veja-se as seguintes contas: O BNA NO LEILÃO LIVRE DE DIVISAS, VENDE AOS BANCOS COMERCIAIS O DÓLAR A 200 E ESTES COLOCAM NA MÃO DOS PARTICULARES A 300, ENCAIXANDO DE IMEDIATO 100. Eis a fórmula de colocar um programa económico ao serviço dos ricos, sempre eles…

Daí a tendenciosa inversão de conceitos bancários, como a DESVALORIZAÇÃO do Kwanza passar a ser tratada de DEPRECIAÇÃO, como se biquíni e calcinha, não fossem a mesma coisa e com idêntico objecto, daí para a estabilidade, o programa assentar em dois vectores: INFLAÇÃO e DESEMPREGO, sem qualquer mola para impulsionar o consumo do cidadão.

Na actual conjuntura, José Massano com mestrado em Contabilidade e Finanças e fortes interesses ao banco BAI, onde foi presidente da Comissão Executiva, depois de já ter passado pelo BNA entre 2010 e 2015, não deveria ter retornado para um lugar onde poderia, numa regra mundial, ter sido um técnico formado em macroeconomia, com carreira feita, nos ministérios das Finanças, do Planeamento ou no BNA. Por se exigir um quadro cerebral, capaz de pensar a regulação financeira e não a afectação pontual de divisas.

Melhor estaria o BNA servido se pudesse, neste novo ciclo, contar com um macro economista da estirpe de um Job Graça, Armando Manuel, Júlio Bessa, Manuel Neto da Costa, Lima Campos (o único angolano que foi técnico do FMI, por concurso e não indicação política), Francisco Lemos ou ainda, em desespero de causa, Manuel Júnior que tem o senão da falta de experiência.

Mas isso não quer dizer que Massano seria descartado, não. Como ele só vê lucro, multiplicação de valores, logo rigoroso nas contas, poderia estar melhor enquadrado num Ministério das Finanças, por exemplo, onde a visão contabilística é fundamental, para um bom desempenho do sector.

fonte:Folha8

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