Exclusivo : Mãe das filhas de Sebem solicita ajuda à sociedade para retirá-las das drogas

 

Swayla Santos, filha mais velha do ícone do Kuduro, Sebem, teria recorrido às redes sociais, onde, por meio de uma publicação, disse ter sido abandonada pelos familiares de seu pai, alegando que tias e avó paterno teriam beneficiado das ajudas que o kudurista recebia para suprimir algumas necessidades.

Em busca da veracidade do assunto, o PLATINALINE contactou a senhora Maria Helena Roque “Leninha”, mãe de Swayla, que, em entrevista exclusiva, falou dos problemas que vive com a filha tóxico-dependente.

“A Swayla não está bem, a minha filha anda com pessoas de má índole, tudo o que ela postou nas redes sociais é mentira. Eu sou a mãe dela, fui a primeira mulher do Tónico, forma como sempre o tratei. Quando a nossa relação acabou, ele recebeu-me a Swayla, aos três anos de idade, e a Evódia com oito meses, e só tornei a vê-las 18 anos depois, infelizmente já viciadas em prostituição, bebidas e drogas”, disse.

Consternada com as declarações feitas por Swayla nas redes sociais, Maria Helena Roque garante ser tudo fruto de uma artimanha para arrecadar fundos para com o namorado adquirir drogas.

“Quando vi aquela publicação nas redes sociais, não acreditei, a primeira coisa que fiz foi pedir desculpas à mãe do Sebem e a todas as pessoas envolvidas, porque o dinheiro que a minha filha queria adquirir era para sustentar os vícios dela e do namorado que a colocou neste mundo”, disse Maria Helena, quando confirmava a sua anterior residência no bairro Alameda.

“Mas, na minha casa não vendiam drogas, nem sei quem vendia drogas no Alameda, ela diz que os meus irmãos a estupraram, como é isso possível, se elas, durante a infância, viveram com o pai, e não tiveram contacto comigo? Então, como podem imaginar, é tudo mentira!” Frisou.

Leninha, que há mais de um ano sofre com os problemas de tóxico-dependência da filha, confessou durante a entrevista, que arduamente enfrenta uma luta nada fácil para tirar Swayla e Evódia do mundo em que vivem.

“Ela dorme na rua, neste momento não sabemos onde está, a Swayla já não é a mesma pessoa, tem sido muito difícil para mim, como mãe, ver a minha filha nessa situação. Peço às pessoas que conhecem o Sebem e à sociedade em geral, que não façam nenhum tipo de depósito nas contas que ela partilhou, mas que nos ajudem a tirá-las das drogas, prostituição e bebidas alcoólicas.”

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