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Administração americana prioriza relação económica

O secretário adjunto dos Estados Unidos da América, John J. Sullivan, anunciou ontem, em Luanda, a estratégia americana para África que passa pela aposta na segurança , prosperidade e criação de oportunidades económicas.

Segundo John J. Sullivan, que falava no encontro com empresários sobre o tema “Importância de expandir os laços económicos e comerciais entre os EUA e Angola”, a administração do Presidente Donald Trump lançou a estratégia africana para revitalizar a relação com os parceiros africanos.

No centro da estratégia está a expansão de oportunidades económicas, desenvolvimento inclusivo da paz , da segurança, dos direitos humanos, do combate ao terrorismo e da boa governação.
A estratégia africana de-monstra o compromisso dos EUA para tirar os países africanos de assistência, maior independência e auto-sustentabilidade. Até 2025, os EUA esperam que dois terços dos 300 milhões de famílias africanas possam ter receitas próprias e tornar a África um dos principais mercados para as empresas americanas.
Em 2017, os EUA tinham 37 mil milhões de dólares investidos em países da África Austral.
A determinação do país no combate à corrupção e a nova lei do investimento privado podem aumentar o interesse dos empresários .
O Encontro foi promovido pelas Câmaras do Co-mércio Angola – EUA (USACC) e Americana em Angola (AmCham-Angola).
O presidente da AmCham-Angola, Pedro Godinho, recordou que os EUA são um dos maiores investidores no país (sobretudo no sector petrolífero) e contam com a presença de importantes empresas, como a Chevron, a Exxon, a Coca-Cola e a General Electric (GE), entre outra.
Os EUA são o quarto maior investidor estrangeiro em Angola, depois da China, Portugal e Coreia do Sul.
Nos últimos anos o comércio bilateral com os EUA diminuiu devido à redução do preço do petróleo. Em 2008, registou-se um volume de negócios de 20,2 mil milhões de dólares. Dez anos depois baixou para 3,2 mil milhões de dólares, uma redução de 85 por cento.
A Amcham-Angola espera aprofundar e expandir o co-mércio e o investimento direc-to americano, especialmente nas áreas fora do petróleo e gás, como no sector da Agricultura, Pescas, Construção, Geração de energia, Finanças e Turismo.

JA

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