Karga Eventos recebe voto de confiança do Executivo para a música oficial dos 45º Aniversário da Independência Nacional, mas projecto deve ser reestruturado

 

Karga Eventos recebe voto de confiança do Executivo para a música oficial da Independência Nacional, mas projecto deve ser restruturado

A Karga Eventos vai se manter como a empresa responsável pela música oficial dos 45 anos da Independência Nacional à luz das deliberações da Comissão Interministerial para a Organização das Acções Comemorativas alusivas ao 45º Aniversário da Independência de Angola. A decisão foi tomada após reunião em sessão ordinária nesta sexta-feira, 21 de Agosto de 2020, com alterações a nível da campanha e cancelamento de diversas actividades previstas em proposta, face à pandemia da Covid-19.

Reunida em sessão ordinária nesta sexta-feira (21), no cumprimento do Cronograma de Acções, o Executivo apreciou um conjunto de documentos, dentre eles uma proposta de redefinição do formato do Acto Central das celebrações, os quais motivaram deliberações cuja pertinência impõe a devida divulgação pública.

Na sequência do processo de reestruturação das celebrações, iniciado a 16 de Junho de 2020, a Comissão Interministerial para a Organização das Acções Comemorativas Alusivas ao 45o Aniversário da Independência Nacional deliberou o seguinte:

1. a) Cancelar o Acto Central previsto para decorrer no Memorial António Agostinho Neto, na Província de Luanda;
2. b) Cancelar o Desfile Cívico e o Desfile Militar inicialmente programados como principais atractivos do Acto Central das celebrações;
3. c) Marcar as celebrações com actos de natureza simbólica que não envolvam a participação massiva de cidadãos e não se constituam em foco de propagação da pandemia Covid-19;
4. d) Reestruturar a campanha de comunicação, adaptando-a ao contexto de toda a estratégia de marketing, nomeadamente a produção de material de propaganda, a publicidade, a música oficial e todos os demais aspectos, devendo os Departaamentos Ministeriais competentes dar o devido tratamento;
5. e) Reconfigurar os actos provinciais, tornando as celebrações locais actos simbólicos sem a participação massiva de cidadãos, evitando assim que se convertam em foco de disseminação da Covid-19;
6. f) Reconfigurar as celebrações no exterior, nomeadamente, nas missões diplomáticas e consulares de Angola, em harmonia com as recomendações ora efectuadas para os actos a realizar no País.

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