Angola

Cabinda regista normalidade no acesso ao combustível

Depois de duas semanas de escassez de combustível registada nas principais bombas de abastecimento por causa da limitação de fornecimento por parte da Sonangol por razões técnicas, a província de Cabinda volta a receber com normalidade o gasóleo e a gasolina.

Cabinda regista normalidade no acesso ao combustível
Cabinda regista normalidade no acesso ao combustível

Os postos de abastecimento têm recebido menos quantidade
Fotografia: ATÓNIO SOARES |?Edições Novembro

Ao contrário dos 30 a 60 mil litros de gasolina e de gasóleo que as bombas recebem normalmente, estão hoje a receber entre 17 a 20 mil litros de combustíveis devido à redução no fornecimento dos dois produtos.
Numa ronda efectuada às principais bombas de Cabinda, a equipa de reportagem do Jornal de Angola apurou junto dos automobilistas e dos revendedores que a situação está a voltar à normalidade, apesar de existirem ainda algumas dificuldades na compra de gasóleo e gasolina devido à redução das quantidades distribuídas.
As bombas que se encontram fora da cidade de Cabinda, sobretudo nos municípios de Belize, Buco-Zau e Cacongo, também estão a passar pelos mesmos constrangimentos.
O automobilista Joaquim Quimino, de 40 anos, disse que apesar da situação estar a voltar à normalidade ainda se nota escassez de combustível nas principais bombas da província de Cabinda.
Para o nosso interlocutor, a Sonangol Distribuidora tudo deve fazer para melhorar as condições de abastecimento.
“A escassez de combustível está a criar muitos constrangimentos às populações, principalmente aos automobilistas que dependem do trabalho de táxi. Não conseguimos entender uma província que produz petróleo a passar por isto. Mas é verdade que estamos a notar uma certa normalidade no abastecimentos de combustível. As bombas estão minimamente vazias mas há duas semanas estavam superlotadas”, disse Joaquim Quimino.
Alfredo Mavungo, de 35 anos, explicou que o tempo que ficou à espera do abastecimento prejudicou-o bastante. “A falta da gasolina e do gasóleo nas bombas dificultou a minha vida. As panelas da minha casa quase ficaram sem função e os meus filhos já não estavam a ir à escola porque não conseguiam o transporte”, disse, aconselhando a Sonangol Distribuidora a melhorar os serviços de abastecimento às bombas de combustíveis.

JA

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