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Centralidade do Lobito vai ter primeira esquadra policial

O comandante provincial da Polícia Nacional em Benguela, comissário Aristófanes dos Santos, afirmou, esta segunda-feira, que dentro de dias a centralidade do Lobito terá uma esquadra policial (a primeira), visando garantir maior segurança e responder aos anseios dos seus moradores.

Centralidade do Lobito vai ter primeira esquadra policial
Centralidade do Lobito vai ter primeira esquadra policial

ESQUADRA VAI GARANTIR MAIOR TRANQUILIDADE AOS MORADORES

FOTO: LEONARDO CASTRO

Erguida numa área de 293 hectares, a norte da cidade do Lobito, aquela centralidade está projectada para 18 mil habitantes. Dispõe de três mil unidades habitacionais distribuídas por 856 vivendas unifamiliares de tipologia T3 e 2.144 apartamentos de dois e três pisos.

Das 503 habitações já entregues, até ao momento, apenas 307 estão ocupadas.

Segundo o comissário, que falava à imprensa após uma visita efectuada ao município do Lobito, no âmbito do encontro que manteve com o administrador local, Nelson da Conceição, este o garantiu que dentro de dias serão disponibilizadas duas vivendas para instalação das forças policiais na referida centralidade, para maior segurança e tranquilidade das famílias que ali residem.

Esta medida surge da preocupação apresentada por Aristófanes dos Santos, pelo facto das centralidades erguidas nos municípios do Lobito, Catumbela e da Baía Farta não possuirem esquadras policiais, o que pode colocar em risco a segurança dos seus habitantes. “Quando se projecta uma centralidade, é preciso ver as questões de segurança, para além de outros serviços sociais”, enfatizou.

Segundo o comandante, as referidas centralidades encontram-se concluídas e algumas parcialmente habitadas, mas verifica-se que não há espaços para as forças policiais, o que é reprovável a todos os níveis.

Aristófanes dos Santos anunciou ainda que, no âmbito do Plano Integrado de Intervenção nos municípios (PIIM), o município do Lobito será contemplado com a construção de cinco novas esquadras e dez postos policiais, cujas obras devem arrancar ainda este ano.

O responsável assegurou que, a nível do município do Lobito, a situação da criminalidade é estável, tirando alguns crimes de furtos e roubos para além de casos de violações que ainda persistem.

A falta de iluminação pública e a construção desordenada em alguns bairros são outras preocupações apontadas pelo comandante provincial, que informou ter feito contactos junto do governador da província para que haja melhorias nestas questões, de modo a que as forças da ordem possam desdobrar-se sem constrangimentos.

“Foram efectuados contactos junto do governo, que visam melhorar a situação da iluminação pública e a organização de alguns bairros periféricos, para que as forças consigam desempenhar melhor as suas funções”, rematou.

A visita do comandante ao município do Lobito visou fazer um diagnóstico sobre a situação da criminalidade, bem como aferir as condições e dificuldades das esquadras policiais.

Angop

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