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Fiscalização da “Operação Resgate” em Angola permitiu apreender mais de 700 mil dólares

As autoridades angolanas apreenderam 85,9 milhões de kwanzas (mais de 230 mil euros) e 482.958 dólares (433 mil euros) no âmbito da “Operação Transparência”, que decorre desde 06 de Novembro em Angola com o objectivN de “repor a autoridade do Estado”.
Fiscalização da "Operação Resgate" em Angola permitiu apreender mais de 700 mil dólares
Fiscalização da “Operação Resgate” em Angola permitiu apreender mais de 700 mil dólares
Polícias no Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais durante um encontro de efetivos no âmbito da preparação para o arranque da “Operação Resgate”, que arranca em novembro para repor a autoridade do Estado, combate do crime, imigração ilegal e transgressões administrativas, Luanda, Angola, 26 de outubro de 2018. O comandante-geral da Polícia angolana, Paulo de Almeida (ausente da foto), admitiu hoje que vários agentes policiais praticam “burlas, falsificações e extorsões a cidadãos”, prometendo combater as “batatas podres” no seio da corporação. AMPE ROGÉRIO/LUSA 24

Segundo um relatório citado hoje pelo Jornal de Angola, a comissão interministerial que superintende a operação encerrou também, em sete meses, 1.011 igrejas, 1.297 locais de culto e deteve 7.585 cidadãos entre angolanos e estrangeiros.

A “Operação Resgate” tem, segundo as autoridades, como propósito o combate à venda ambulante desordenada, às transgressões administrativas e à imigração ilegal, bem como ordenar a circulação rodoviária, entre outros aspectos.

O documento observa que no quadro das ações realizadas nesse período, foram também encerrados 946 estabelecimentos comerciais, 568 cantinas, 164 farmácias, 194 unidades de saúde, 98 oficinas, 17 supermercados, sete restaurantes e três indústrias.

Foram ainda desactivados 629 pontos de venda ambulante, 314 áreas de venda de acessórios de viaturas, 283 mercados e seis postos de cambio de moeda.

Em janeiro, o comandante-geral da Polícia Nacional de Angola, Paulo Gaspar de Almeida, assegurou que a “Operação Transparência” iria continuar “com mais força”, porque o país “precisa de ordem porque estava a caminhar para uma anormalidade”.

Sapo

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