Angola

Polícia impede contrabando de combustível na fronteira da RDC

Sete cidadãos angolanos que se dedicavam ao contrabando de combustível foram detidos pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) no município do Tomboco,situado a 172 quilómetros da cidade de Mbanza Kongo, informou, ontem, o porta-voz da Direcção Provincial do Ministério do Interior, Carlos Fidel.

A venda de combustível na fronteira entre Angola e RDC tornou-se um negócio muito lucrativo para os traficantes
Fotografia: João Mavinga | Edições Novembro

Os traficantes, que foram apreendidos em flagrante delito quando tentavam passar pela fronteira do Luvo, com destino à República Democrática do Congo (RDC), tinha em posse cinco mil litros de gasolina, conservados em bidões.

O porta-voz do Interior disse que os contrabandistas adquiriram o combustível à luz do dia sem interferência da Polícia , por ser um processo normal dentro do território nacional. “A Polícia interveio apenas quando eles tentaram atravessar a linha divisória da fronteira entre Angola e a República Democrática do Congo”, informou, para sublinhar: “O SIC, em coordenação com a Polícia de Guarda Fronteira, tem feito diligências para travar o tráfico ilícito de combustível desde os postos de abastecimento da província para a RDC”.
Carlos Fidel anunciou ainda a detenção, nas últimas 48 horas, de dois cidadãos nacionais que se faziam passar de enfermeiros no posto de enfermagem Salvação II.
Estes tentaram,sem sucesso, fazer uma cirurgia a um ancião que padecia de dores abdominais e febres altas.
Os familiares da vítima disseram ao Jornal de Angola que os falsos enfermeiros eram portadores de documentos duvidosos, o que levou as autoridades da Inspecção policial a encerrarem imediatamente o referido posto médico, que não tinha condições para o exercício da actividade sanitária.

Detida cidadã por posse de arma de fogo

Uma cidadã angolana de 44 anos foi detida, sexta-feira, em Mbanza Kongo,por agentes do Serviço de investigação Criminal (SIC), quando tentava comercializar uma pistola do tipo Macarov, apurou ontem o Jornal de Angola.
A detida, cujo nome não foi revelado, foi interpelada pela Polícia no bairro 11 de Novembro devido a denúncias de populares locais.
Segundo o SIC, as diligências feitas para o esclarecimento do caso permitiram apurar que a pessoa em causa vive em Luanda e roubou a arma ao marido, suposto agente da Polícia Nacional, para comercializa-la na capital do Zaire no valor de 40 mil kwanzas.
O processo-crime foi encaminhado ao procurador para a legalização da situação carcerária.

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Ernesto

Escritor e Editor de Noticias no site Angola Nossa.

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