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Depois da morte da mãe, Chuck MC lança novo trabalho com objectivo de consolar quem já perdeu um ente-querido

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Quando se perde alguém é normal que as pessoas chorem,  é inevitável não lamentar ou não ficar triste, mas, depois disso chega a fase de erguer a cabeça, pois essa talvez seria a vontade do ente-querido, que se continue com a vida e não se  prender na tristeza por ela/e, fez saber Chuck MC, que depois de se recuperar da queda que teve com a morte da mãe, inspirou-se para mais um projecto musical.

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Nuno Miguel Vitorino, ou simplesmente Chuck MC, é um rapper residente no Golf 1, que apaixonei-se pelo rap aos 10 anos. Com os seus 5 anos de carreira, disponibilizou no dia 13 deste mês, o seu mais novo trabalho denominado “Luz da Nostalgia”, cuja morte da mãe serviu como inspiração do mesmo.

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Segundo explicou o cantor ao justificar a escolha do título, depois da morte da mãe em 2014, sentiu-se sem forças para poder encarar a vida como antes da tragédia, mas com o passar do tempo foi lembrando dos conselhos dados pela mãe, aos poucos recuperou-se da perda, após isso sentiu a necessidade de passar a sua experiência de superação aos seus ouvintes e não só, com o seu projecto “Luz da Nostalgia”, que contém 11 faixas, contou com participações de Magno Breezzy, Emiliano Artes, Iracelma, Black VII, que além de colegas são seus grandes amigos que sempre o apoiaram em momentos difíceis, a produção esteve a cargo do Txio Cau.

“Eu perdi a mãe em 2014, aquilo foi fatal, terrível, deixou-me devastado, sem chão, sem fôlego para respirar, pois ela era o meu ar. Eu vive num pântano ou pantanal de tristeza, de lá para cá, a minha vida foi difícil, quando eu só pensava nela, no que não fiz, no que deixei de fazer, o remorso e tudo mais. Essas coisas ou este sentimento de tristeza foram nublando os grandes momentos que eu já tive com ela. Mais tarde uma Luz no fundo do túnel, se emancipava, para me libertar da tristeza, trazendo nostalgia ou lembranças boas, dos momentos bons que eu vivi com ela. Do último beijo que lhe dei, e lhe disse que à “Amo muito”. Pois Quando antes só tinha nostalgias melancólicas triste, eu quero ajudar o mundo a sociedade, ou a quem me ouve, há quem já teve uma perda, não importa o grau de parentesco ou familiar da pessoa que se perdeu. Tenho como propósito motivar as pessoas, estimular, para caminhar ou prosseguir na vida, impulsionar, despertar esse lado que é bom. Diante de uma perda, as pessoas devem mesmo viver esta situação como deve ser… Pois é um processo que só o tempo dá resposta. Quando se perde alguém, deve-se se chorar mesmo, é inevitável, lamentar, ficar triste sim. Mais depois tem que se levantar e erguer a cabeça, pois é o que talvez este ente-querido, desejava ou queria. Que marcasses mais um passo, que não se prendesses em tristeza por ela/e”, explicou o cantor

No final, o rapper falou sobre o actual estado do estilo rap, que no seu ver, já esteve melhor, pois actualmente há poucos rapper´s a cantarem com alma, argumentando que muitos cantam pela fama, durante a entrevista o cantor citou ainda nomes de artistas que admira, dentre eles: Azagaia, CF KAPPA, Raf Tag, Drunk Master, Masta da Força Suprema, MC Kappa, entre outros.

Recorde-se que em  2014, o artista comercializou o seu primeiro trabalho “A sombra da dúvida”, no dia 08 de Maio, e posteriormente protagonizou um show de apresentação do projecto, no dia 07 de Setembro do mesmo ano.

Veja o videoclipe da música “Wanga”, extraída do projecto Luz da Nostalgia:

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Primeira edição do festival de Jazz no Kubico Fusion marcado por muitas emoções

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Foram dois dias de muita boa música e muitas emoções. A vista do Clube Naval, foi palco do primeiro grande Festival de Jazz no ‘Kubico Fusion’, nos dias 08 e 09 de dezembro.

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Dentre os angolanos que abrilhantaram a sexta-feira, Anabela AYA, Selda e o estrondoso Totó levaram a plateia ao delírio e a cantar em coro todos os sucessos dos seus vastos repertório. A fechar o concerto do primeiro dia de Jazz, estiveram os portugueses Mano a Mano e Joana Machado e seguidos pelos Dj Ruca Moreira.

O dia de sábado foi marcado pelo rapper brasileiro Emicida, que foi recebido pelo público eufórico. O músico que fez um bom trabalho de casa em Angola, conseguiu convencer os presentes, cantando e entretendo o mesmo com girias usadas pelos angolanos.

O segundo dia foi ainda marcado pelas actuações de Irina Vasconcelos,Kamutupu e A’mosi Just A Label e o experiente Dj Paulo Alves. O Festival Jazz no Kubico, dá assim o primeiro passo para a sua marca no calendário dos angolanos.

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