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Akwá defende melhores condições para os Palancas Negras

O ex-deputado da Assembleia Nacional e capitão dos Palancas Negras acredita que os dirigentes da Federação Angolana de Futebol (FAF) podem melhorar a organização administrativa do organismo.
Akwá defende melhores condições para os Palancas Negras
Akwá defende melhores condições para os Palancas Negras

Fabrice Alcebiades Maieco ‘Akwá’ defende a criação de melhores condições para os Palancas Negras visando o sucesso no duplo desafio com a similar do Uganda, em Setembro, qualificativo para o Mundial de 2022, que acontece no Qatar.

“Os jogos são para uma competição diferente. Esperemos que os nossos dirigentes da Federação consigam dar melhores condições aos jogadores porque quando as coisas correm mal queremos apontar o dedo a eles. Não fica bem os jogadores irem para uma competição e a falarem de dinheiro”, aconselhou.

De acordo com o ex-internacional angolano, é importante corrigir os erros cometidos antes e durante a participação do combinado no CAN e na recente eliminatória fracassada para o CHAN 2020. “Toda problemática que aconteceu, que seja ultrapassada. Devemos tirar ilações dos erros que cometemos no passado para podermos fazer melhor nesta nova fase.”

Para evitar-se o sucedido, defende também maior organização administrativa por parte da direcção da FAF, a fim de não ser criticada constantemente. “É claro que nós não estamos aqui só para criticar. Qqueremos também falar coisas boas para a nossa Federação.”

Akwá acredita na possível qualificação dos Palancas Negras ao Mundial. Contudo, espera também mais entrega, determinação, atitude e responsabilidade por parte dos jogadores.

Além disso, deseja sorte para os que vão jogar contra a similar do Uganda, dentro e fora de casa.

De salientar que esta antiga estrela brilhou ao marcar o golo mais importante da história do futebol angolano que qualificou o combinado para o Mundial de 2006, decorrido na Alemanha.

Durante a carreira no futebol profissional, o ex-internacional formado no Nacional de Benguela jogou pelo Sport Lisboa e Benfica, Alverca, Académica de Coimbra, Qatar SC, Al-Wakra, Al-Ittihad, Al Gharaffa e encerrou a carreira no Petro de Luanda, em 2008, aos 29 anos.

O encerramento indesejado aconteceu por ter sido castigado pela FIFA, após a acusação do seu ex-clube, Qatar SC, que alegava não dar a dispensa para ir representar a sua selecção.

Até hoje Akwá continua condicionado por não pagar a multa de 260.000.00 dólares norte-americanos ao referido clube, que corresponde a 93 milhões e 170 mil Kwanzas.

Sapo

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Ernesto

Escritor e Editor de Noticias no site Angola Nossa.

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