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DI MARÍA RECORDA SAMPAOLI: «ÉRAMOS UMA BOMBA-RELÓGIO»

Entrevistado pelo diário Olé, Di María passou em revista a desilusão da campanha argentina no Mundial 2018. Após passarem o grupo com Islândia, Nigéria e Croácia, os sul-americanos logo caíram nos oitavos de final, aos pés da França, que se viria a sagrar campeã do mundo. Para o jogador do PSG, a sintonia com Jorge Sampaoli, selecionador da altura, não era a melhor.

DI MARÍA RECORDA SAMPAOLI: «ÉRAMOS UMA BOMBA-RELÓGIO»
DI MARÍA RECORDA SAMPAOLI: «ÉRAMOS UMA BOMBA-RELÓGIO»

«Na verdade, é difícil dizer algo sobre esse Mundial. Houve muitos problemas deste antes do início. Era tudo uma bomba-relógio, parecia que a qualquer momento ia acontecer alguma coisa e não é fácil de lidar com isso. Foi tudo confuso desde a chegada do Sampaoli. No começo, parecia que as coisas até iam correr bem, mas depressa acabaram como tinham que acabar.

– Aprendemos muitas coisas, sobretudo a necessidade de jogadores e equipa técnica serem um só. Temos de estar unidos, isso é o principal e foi o que aconteceu com Sabella e Martino. É algo fundamental», realçou o extremo.

Abola

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