Desporto

«Messi? A Maradona doía-lhe um dedo, mas ele estava sempre lá»

O ex-internacional argentino Leopoldo Luque, campeão mundial em 1978, falou sobre a ausência de oito meses da seleção do compatriota Lionel Messi, bem como do ex-colega da albiceleste, Diego Maradona. A comparação entre os astros argentinos não faltou.

«Se tu gostas mesmo da Argentina, tu não renuncias nunca. E nisso, o Diego [Maradona] até pode dizer muitas barbaridades, mas podia doer-lhe um dedo que ele queria estar lá sempre», rematou o autor de quatro golos que ajudaram a Argentina a sagrar-se campeã mundial em 1978.

O ex-futebolista, agora com 69 anos, falou ainda da necessidade de rodear Messi de jogadores, para que possa ter o mesmo rendimento na seleção a que habituou – e continua a habituar – os adeptos, no Barcelona.

«O Messi precisa de alguém que o acompanhe e, dos jogadores que a seleção tem atualmente, ninguém o pode fazer», afirmou o ex-internacional.

Luque torce ainda o nariz às mudanças que a seleção tem vindo a sofrer, bem como aos poucos frutos do trabalho desenvolvido por Scaloni. «Com o que vi, não podes dizer que a lista para a Copa América está 70 por cento definida», concluiu.

MSN

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