Desporto

Puyol abre o livro: Da ‘guerra’ CR7-Messi à ‘traição’ de Figo

O jornal espanhol Marca publica, esta terça-feira, uma extensa entrevista com Carles Puyol, onde o antigo defesa-central do Barcelona repassa alguns dos temas mais marcantes da sua carreira.

Começando pela polémica transferência de Luís Figo, que, em 2000 trocou o Barcelona pelo Real Madrid, o ex-internacional espanhol recordou o primeiro duelo com o português e não escondeu: “São coisas do futebol, mas, quando sai um dos capitães e um dos jogadores mais queridos para o maior rival, dói sempre”.

“Foi importante para os adeptos. Ele tinha saído para o principal rival e foi um dia de muita tensão. Recordo-me do ambiente. Tinha que o marcar por todo o campo, e muitas vezes o árbitro apitava e nós continuávamos a correr. Não ouvíamos nada”, acrescentou.

Dez anos depois, mais um português elevaria a tensão nos duelos entre Real Madrid e Barcelona. Desta feita, José Mourinho, um treinador cujas ‘picardias’, reconhece Puyol, acabariam por também marcar a história de El Clásico. “Também fazem parte dos jogos, e, por vezes, motivam-te mais e dão-te um extra. Foram momentos complicados, de muita tensão, mas eu estava concentrado no meu joelho e em conseguir estar disponível para jogar”, apontou.

A terminar, o antigo jogador analisou o eterno duelo entre Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, recusando a ideia de que existe uma ‘Messidependência’ em Camp Nou: “Quando tens o melhor da história, é lógico que dependas dele. Mas, em seu redor, há grandes jogadores que, juntos, estão a fazer história”.

“Penso que Messi não reage a nada. É a sua forma de jogar, aparece sempre. Mas dizer que o Leo jogou bem contra o Lyon pelo hat-trick marcado antes pelo Cristiano não faz sentido. Em dez jogos de Messi, nove são estelares e o outro é muito bom”, rematou.

MSN

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