Angola paga mensalmente 40 mil dólares para o aluguer do consulado e 20 mil dólares para a mansão do Cônsul em Los Angeles

O consulado angolano em Los Angeles, localizado no perímetro da elite de Beverly Hills em Los Angeles que é liderado pelo Cônsul Martinho Bachi Codo (à dir.), retira dos cofres do estado angolano 40 mil dólares por mês para cobrir os gastos do aluguer do quinto andar do edifício situado na 640 South San Vicent Blvd.

Gastos desnecessários em viagens privadas e da sua secretária  e não só, enquanto funcionários com salários em atraso e sem seguro de saúde totalmente pago.

transcritos constam num documento que que vazou nas redes sociais  e que o Club-k.net teve acesso sintetiza que o “consulado angolano de Los Angeles existem cerca de 18 funcionários dentre os quais 14 diplomatas nomeados em Angola”.  “Este consulado não só tem mais funcionários relativamente a muitas embaixadas sedeadas em países estratégicos lê-se no referido documento que acrescenta que constitui a maior despesa do estado angolano nos USA.

“Os funcionários do consulado têm se deparado com salários em atraso regularmente desde o ano passado…”, refere a mesma fonte para precisar por outro lado, que o contrato do referido aluguer que foi assinado a mais de 3 anos expirará em 2019 e tudo indica que o consulado continuará a pagar a referida quantia durante os próximos anos porque não existem sinais visíveis de se transferir o consulado para um espaço mais modesto e barato tendo em conta o estado financeiro crítico que o país esta a ultrapassar.

No documento que nos referimos aonde Club-k.net extraiu estes dados relata igualmente que os diplomatas angolanos deste consulado não têm seguros de saúde actualizado a mais de 3 meses e a situação é ainda mais grave porque o consulado tem dificuldades de encontrar outra agência de seguro como resultado do cadastro  financeiro negativo que tem em Califórnia como  mau pagador dos compromissos financeiros que na gíria angolana se transcreve de um cliente “Caloteiro”.

Ainda a respeito da “falência técnica administrativa” existente no consulado angolano em Beverly Hills é oportuno salientar que num dos relatórios financeiro produzidos recentemente no MIREX narra sem nota descritiva detalhada que os 150 mil dólares destinado para acudir problemas relacionados a acidentes naturais como furacões e terramotos não constam nos cofres do consulado. Para se apurar o paradeiro deste fundo “perdido” dos cofres do consulado, foi criada uma  comissão “Ad Hoc” para desvendar este mistério. « … a respectiva quantia não foi canalizada para acudir assuntos de calamidades naturais e sendo assim o cônsul terá que repor esta quantia porque os documentos apresentados para justificar a saída desta quantia foram considerados inválidos” … », lê-se na breve nota descritiva da comissão criada.

O documenta resume na página três que “além dos astronómicos custos do consulado” o cônsul Martinho Bachi Codo vive numa mansão que o governo angolano paga 15 mil dólares por mês equivalente a 180 mil dólares por ano e cerca de 5 mil dólares por mês para o aluguer da mobília.

O referido documento faz saber igualmente que o resultado desta gestão financeira em Los Angeles esta associada a falência técnica administrativa também existente no Ministério das Relações Exteriores aonde tudo indica que o actual ministro Jorge Chicote não tem poder decisivo em vários assuntos no ministério que lidera.

Para terminar é oportuno adiantar que fontes seguras do MIREX confidenciaram a este portal que “só teremos mudanças significativas” quando se nomear um ministro que actue independentemente e com uma política financeira coerente e com base da realidade financeira existente no país.

Fonte: Club-k.net

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