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Petro de Luanda destrona 1º de Agosto e faz a festa

Petro de Luanda destrona 1º de Agosto e faz a festa
Petro de Luanda destrona 1º de Agosto e faz a festa

Novos campeões nacionais seniores masculinos mostram alegira na foto para a posteridade
Fotografia: Paulo Mulaza | Edições Novembro

A melhor gestão da recta final do encontro foi determinante, para a equipa do Petro de Luanda sagrar-se campeã pela 13º vez, ao derrotar ontem o arqui-rival 1º de Agosto, por 88-82, no Pavilhão Gimnodesportivo da Cidadela, na sexta partida dos play-offs da final do Campeonato Nacional sénior masculino de basquetebol, à melhor de sete.
Os petrolíferos começaram esta recta final do nacional da bola ao cesto de forma soberba. Venceram três partidas seguidas, duas delas no reduto contrário. O 1º de Agosto reagiu, na condição de detentor, fez o 3-2, mas não foi capaz de superar a vontade e determinação do adversário, para forçar uma finalíssima.
No cômputo geral, a capacidade de resiliência, para anular os intentos da equipa mais titulada a nível nacional e continental, recuperou o título que escapava da sua galeria desde a época de 2015. As contratações de Carlos Morais, Kendall Gray e Olímpio Cipriano, foram certamente apostas ganhas para a direcção de Tomás Faria.
Em sete anos, o técnico camaronês Lazare Adingono, provavelmente de saída apesar de ter ainda mais um ano de contrato, conquista assim o seu segundo anel de campeão nacional, além de ter sido o obreiro do segundo título do Petro de Luanda na extinta Liga dos Clubes Campeões Africanos.
O jogo começou algo pobre no quesito produtividade, quando estavam decorridos quatro minutos. À medida que decorria a equipa tricolor fez alguns acertos. A melhor circulação de bola permitiu aos pupilos de Lazare Adingono distanciar-se aos poucos no marcador. A defesa à zona dois três, dificultou a penetração dos atletas do 1º de Agosto para o interior do garrafão.
Os lançamentos de longa distância esbarravam na parte exterior do aro. Diante desta cortina defensiva, os militares passaram a perder muitas bolas ao ataque.
Os tricolores mostraram-se mais consistentes em todos os capítulos, e tiravam proveito a cada erro cometido pelo arqui-rival, partindo rápido para o ataque e convertia pontos fáceis, quase sempre em vantagem numérica.
Muito apáticos e presos nos movimentos, os militares não conseguiam visar o cesto contrário, e assistiam o seu principal rival distanciar-se no marcador. Paulo Macedo procurava encontrar a equipa ideal para corrigir o “apagão” ofensivo.
O Petro venceu o primeiro quarto, por 13-20, repetiu a proeza à saída do intervalo (40-31). No terceiro quarto, o 1º de Agosto fez uma “boa” recuperação e venceu no parcial por 24-16, e foi para o período decisivo a perder pela margem mínima (56-55).
Os anfitriões conseguiram encontrar um antídoto para travar o base Emmanuel Quezada, o melhor marcador da fase final, obrigando o 1º de Agosto a apostar mais no jogo colectivo.
Lazare Adingono e pupilos tiveram mais calma e discernimento nos instantes finais, contrariamente aos rubro e negros, que denotaram falta de concentração na hora da finalização. Gerson Lukene foi eleito MVP (Melhor Jogador do campeonato).

JA

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