Economia

Refinação é elevada à dimensão da procura

O cronograma do Governo prevê a conclusão da ampliação da Refinaria de Luanda em 2021, bem como o arranque das de Cabinda e Lobito em 2022 e 2025, quando o país passa a reunir a oferta necessária para suprir o consumo do mercado interno, anunciou o director nacional dos Petróleos citado ontem pela Rádio Nacional de Angola.

Refinação é elevada à dimensão da procura
Refinação é elevada à dimensão da procura

Fotografia: DR

A emissora reproduziu declarações do programa “Sábado às 10 e 10”, em que se afirma que a prioridade é o aumento da capacidade de refinação do país e que as refinarias de Luanda e Cabinda vão estar concentradas na exploração de uma quota maioritária de gasolina.
O economista Carlos Rosado, que participou no debate radiofónico de sábado, considerou que “o problema”, que em Abril degenerou numa penúria temporária de combustíveis no país, reside “exactamente na não abertura do mercado a outros concorrentes”.
“A distribuição não está liberalizada”, notou Carlos Rosado, apontando à Sonangol a participação em todas as empresas, de que é prova a associação da companhia estatal à Sonangalp e à Total no mercado da distribuição.
O economista considerou que a entrada da companhia petrolídera francesa Total no mercado da distribuição devia constituir uma oportunidade para a Sonangol deixar de controlar mais uma operação porque, com a companhia estatal a “participar em tudo”, não se estão a observar os critérios do mercado: “isso não é mercado”, disse Carlos Rosado.

JA

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