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Refinação e oferta de Petróleo em Angola

Refinação e oferta de Petróleo em Angola
Refinação e oferta de Petróleo em Angola

Angola produz na Refinaria de Luanda, a única que possui, apenas 20 por cento dos derivados de petróleo que consome, importando os restantes 80 por cento.De acordo com números divulgados em Abril, no primeiro trimestre deste ano, a Sonangol gastou 221,4 milhões de dólares a importar produtos derivados do petróleo para suprir a procura do seu mercado interno, a uma média de 73,8 milhões de dólares por mês, o que deve estar próximo dos valores da importação que está a ser descarregada na Base da Sonils.

José de Oliveira, do Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola, foi ontem citado pela imprensa a afirmar que esta é a primeira vez que acontece uma situação de escassez “por atraso na importação” em Angola.Isso deveria servir como aviso para o banco central, considerou José de Oliveira, declarando que “o Banco Nacional de Angola devia dar uma ajuda nesta questão das divisas”. Isto “não devia acontecer”, e se a situação não se resolver, tendo em conta a escassez de divisas no mercado, poderá voltar a suceder. “Agora os preços estão a melhorar, não é obrigatório que volte a acontecer”, explicou José Oliveira.

“Quando os preços passam os 60 dólares (por barril), passa a haver mais folga e, nas últimas semanas, tem estado acima dos 65 dólares”, mas se o mercado mudar “o BNA deve dar ajuda na questão dos combustíveis”, acrescentou o investigador.Esta é a segunda crise de escassez de combustíveis este ano, depois de, em Março, a companhia explicado uma penúria de semelhante gravidade com “dificuldades de condicionamento”.

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