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Paulo Flores e Matias Damásio em grande

Os luandenses celebraram, no sábado, com o cartaz do Sons do Atlântico, em que a prata da casa encabeçada por Paulo Flores, Matias Damásio e Mobbers mexeu com a plateia, no espectáculo que decorreu, uma vez mais, na Baía de Luanda.

Paulo Flores e Matias Damásio em grande
Paulo Flores e Matias Damásio em grande

Paulo Flores e Matias Damásio viajaram pelos principais sucessos
Fotografia: Eduardo Pedro

Das apostas estrangeiras, a moçambicana Lizha James não decepcionou, enquanto a brasileira Anitta, também, brilhou embora houvesse restrições à comunicação social, com um alegado direito à imagem. Paulo Flores e Matias Damásio proporcionaram duas brilhantes actuações, fazendo uma viagem pelos seus principais sucessos. O primeiro, Paulo Flores, foi acompanhado de uma banda, onde pontificavam os guitarristas Teddy Nsingui e Pririka Duia, o baixista Mias Galhetas, o baterista Apolinário, Xico Santos, nos tambores, Gobliss, nas teclas, e uma legião de cubanos com Xavier na percussão ligeira e os sopros com um trio liderado por Radiel.
A interventiva “Este País Está Bom” abriu o reportório, onde sucessos como “Cabelos Brancos”, “Bajú”, “Coração Farrapo”, “Kunanga do Amor” e tantos outros ajudaram a manter a animada noite, durante quase uma hora bem interrompida ao som de “Inocente”. Já Matias Damásio, o rapaz proveniente do Lobito, sob a direcção artística de Mestre Freddy, fez um reportório assente no seu mais recente álbum, “Augusta”, onde temas como “Voltei para Ela” mexeram com a plateia. Lizha James, moçambicana, comprovou que preparou uma actuação com rigor.
Mobbers, o grupo de rap, justificou as razões de tamanha popularidade e o delírio de jovens estudantes de colégios e do ensino geral.

JA

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