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Tia Bolinha e Momô disputam “Melhor Actor Comédia” no Moda Luanda 2019

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Na ficção, juntos no amor. Na vida real, juntos no mesmo grupo de trabalho e agora também na mesma batalha, porém, com um detalhe incomum: frente a frente.
Tia Bolinha e Momô disputam “Melhor Actor Comédia” no Moda Luanda 2019

Momô e Tia Bolinha, personagens de Costa Vilola e Cesalty Paulo na série No Cubico dos Tuneza, do canal ZAP Viva, estão a concorrer para a categoria “Melhor Actor Comédia 2018” na recente edição do concurso Moda Luanda.

A revelação foi feita nesta quinta-feira, 14, no restaurante Clube S, durante o cocktail de apresentação da 22.ª edição do conceituado evento de moda e premiação.

Além dos dois mediáticos integrantes d’Os Tuneza, a referida categoria reúne ainda nomes como Richa Gago, do filme Sexta-Feira Mwangolé e Carlos Paca, da série Maison Afrochic.

De realçar que a grande gala acontece já no dia 23, na passarela da Baía de Luanda, e tem já abertas as votações através do site oficial do evento.

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Irina Vasconcelos desabafa em entrevista: “Não temos divas vivas em Angola”

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Segundo a artista, que é uma das mais imponentes vozes do jazz e rock da actualidade nacional, Lourdes Van Dunem foi a única diva da música que o país alguma vez conheceu.
Irina Vasconcelos desabafa em entrevista: “Não temos divas vivas em Angola”

“Nós não temos divas vivas em angola, desculpem-me lá e que me odeiem se quiserem… Eu tenho 34 anos e lembro-me que nesta idade Nina Simone não era uma diva. Não temos divas vivas em Angola e não devemos insistir nisto porque senão estamos a ludibriar pessoas. A única diva da música angolana foi a Lourdes Van Dunem”, disse aos apresentadores Daniel Nascimento e Henesse Cacoma a cantora angolana, que aproveitou o momento para “tirar o chapéu” à Aretha Franklin, apontando esta como “uma das maiores musicólogas de sempre”.

“Porquê que as pessoas se intitulam divas se nem sequer se preparam para trabalhar melhor do que o seu público? Cantar com uma voz muito nasalada às tantas engana o público, e fazer letras que só demoram duas semanas também não vale a pena”, acrescentou a artista que, sem desprimor ao talento nacional – conforme fez questão de frisar –, apontou o rock e o jazz como estilos que sustentam o continente africano.

Ainda durante a entrevista, a estrela fez questão de deixar claro que reconhece o talento de várias artistas nacionais, porém, não se sente confortável com o facto de algumas optarem por fazer “mais do mesmo”.

“As artistas angolanas são tão boas que podiam fazer mais e desistir um bocadinho da kizomba. Deviam fazer jazz, por exemplo… África é um continente sustentado por rock e jazz, temos muito bom talento para ser pouco explorado. Espero que isso não seja mal entendido, eu não critico nenhuma voz feminina”, acrescentou Irina que pediu respeito à sua opinião.

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