Internacional

Governo atento à situação do casal angolano em Seul

O ministro das Relações Exteriores assegurou quarta-feira, em Lisboa, que as autoridades estão a resolver a situação da família angolana que vive há mais de seis meses na zona de trânsito do Aeroporto Internacional de Incheon, em Seul, Coreia do Sul.

Governo atento à situação do casal angolano em Seul
Governo atento à situação do casal angolano em Seul

Família com crianças está há seis meses no aeroporto de Seul
Fotografia: DR

Manuel Augusto, que falava no final da Reunião Anual do Conselho Europeu de Relações Exteriores, não avançou detalhes sobre o assunto, garantindo apenas que o assunto está a ser tratado ao mais alto nível. Nkuka Lulendo e os quatro filhos, todos com menos de 10 anos, chegaram à Coreia do Sul com um visto de turismo, no dia 28 de Dezembro do ano passado. À chegada, a família pediu legalmente ao Governo sul-coreano a possibilidade de obter o estatuto de refugiado no país. As autoridades sul-coreanas recusaram a entrada por não existir uma “razão evidente” que leve os angolanos a procurar asilo.
Segundo o Diário de Notícias, que avançou a notícia em Março deste ano, Nkuka Lulendo alega ter sido vítima de “agressões sexuais por parte da Polícia de Angola”.
O representante legal da família, Lee Sang-hyun, afirmou em Fevereiro último, ao jornal sul-coreano “The Korea Herald”, que “não é possível aceitar a forma como o Ministério da Justiça sul-coreano concluiu não existir uma relação evidente para os Lulendos requererem asilo na Coreia”. Lulendo, que nasceu em Angola e mudou-se para a República Democrática do Congo (RDC) ainda jovem, à procura de melhores oportunidades, disse recear perseguições do Governo por ter saído do país, indicou o advogado.

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