Internacional

Irmã mais nova de Kim Jong-un reaparece em público, após alegada purga

É a 1.ª aparição pública de Kim Yong-chol em mais de 50 dias, desde a cimeira com Donald Trump que terminou abruptamente em Hanói

Irmã mais nova de Kim Jong-un reaparece em público, após alegada purga
Irmã mais nova de Kim Jong-un reaparece em público, após alegada purga

© Ahn Young-joon SIC Notícias

A irmã mais nova do líder norte-coreano Kim Jong-un apareceu em público, lançando dúvidas sobre a especulação dos media sobre o seu afastamento após o fracasso da cimeira com os EUA, em fevereiro.

Kim Yo-jong marcou presença junto do irmão nos icónicos “Jogos em Massa” de Pyongyang, a sua primeira aparição pública em mais de 50 dias.

Os meios de comunicação social estatais da Coreia do Norte mostraram hoje Kim Yo Jong batendo palmas junto do irmão e de outras autoridades no estádio de Pyongyang, num evento que junta milhares de ginastas e dançarinos e uma multidão num espaço com capacidade para 150 mil pessoas.

Os media informaram também que o oficial norte-coreano Kim Yong-chol, que alegadamente teria sido condenado a trabalhos forçados na sequência da cimeira em Hanói entre o Presidente dos Estados Unidos e o líder norte-coreano, também compareceu ao evento.

As publicações norte-coreanas já haviam mostrado imagens de Kim Yong-chol sentado na mesma fila de Kim Jong-un, durante uma apresentação musical das mulheres dos oficiais do Exército Popular da Coreia.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, e Kim encurtaram a cimeira de Hanói, concluída sem qualquer acordo e sem uma declaração comum, devido à impossibilidade de um entendimento em relação ao desmantelamento do programa nuclear de Pyongyang em troca de um levantamento das sanções económicas impostas ao país asiático.

Irmã mais nova de Kim Jong-un reaparece em público, após alegada purga
Irmã mais nova de Kim Jong-un reaparece em público, após alegada purga

© Ahn Young-joon SIC Notícias

Desde então, o Norte realizou já dois testes de mísseis de curto alcance.

Em abril, a comissão parlamentar sobre informações sul-coreana afirmou que Kim Yong-chol tinha sido sancionado pela gestão da cimeira de Hanói, apesar de ter sido recentemente nomeado para a Comissão de Assuntos de Estado, o primeiro órgão do Estado norte-coreano, presidida pelo líder do regime e herdeiro da “dinastia” Kim.

As notícias sobre esta alegada purga foram publicadas depois de o Rodong Sinmun, órgão oficial do partido no poder na Coreia do Norte, ter advertido na quinta-feira que os responsáveis que cometam atos hostis ao partido ou antirrevolucionários seriam confrontados com o “julgamento severo da revolução”.

Sic com Lusa

 

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