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Africa

Ultimato para volta do dinheiro “roubado”

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Todos os zimbabweanos, de modo singular ou através de empresas,  que enviaram dinheiro ilegalmente para fora do país têm um prazo de três meses para repatriar esses capitais sem que sejam sujeitos a qualquer tipo de processo.

Mnangagwa quer de volta dinheiro “roubado” ao Estado
Fotografia: Yasuyoshi Chiba | AFP

O aviso foi feito ontem pelo próprio Presidente Emmerson Mnangagwa no final de um encontro com empresários nacionais, e aparece na sequência da necessidade do país ter rapidamente dinheiro fresco para fazer face a assuntos que carecem de uma solução urgente.
De acordo com Mnangagwa, findo este período de três meses, o Governo iniciará processos judiciais de forma a levar à barra dos tribunais todos aqueles que “roubaram” dinheiro ao Estado e o enviaram para o exterior.
Emmerson Mnangagwa, empossado na sexta-feira passada como novo Presidente do Zimbabwe, prometeu na sua primeira intervenção pública dar início imediato a uma série de medidas reformistas que visam redinamizar a economia.
Uma dessas medidas é a promoção do aumento do salário dos funcionários públicos, entre os quais se encontram médicos e professores que auferem um vencimento médio de 200 dólares mensais.
Dados recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) referem que cerca de 90 por cento da população zimbabweana está desempregada, fruto da paralisação da economia do país e da incapacidade do empresariado nacional criar condições para a abertura, ou manutenção, de postos de trabalho.
Fonte da ZANU-PF confirmou ao Jornal de Angola que ainda esta semana deverá ser conhecida a constituição do governo que vai ser liderado por EmmersonMnangagwa, havendo a certeza de que muitos dos ministros a serem escolhidos já trabalharam anteriormente com o novo Presidente.
A recuperação económica e a aposta na agricultura deverão ser as principais metas do futuro executivo que dirigirá os destinos do Zimbabwe até às eleições, que deverão decorrer em Setembro ou Outubro de 2018.

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Africa

Carne sul-africana proibida em Moçambique

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O Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar mo-çambicano proibiu a importação de produtos de origem animal da África do Sul, de-vido à eclosão da febre aftosa naquele país.

“A Direcção Nacional de Veterinária do Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar determina a interdição de importação de animais das espécies bovinas, caprina, ovina, suína, seus produtos e sub-produtos do território sul-africano”, lê-se num comunicado.
A excepção à proibição é para produtos que tenham sido devidamente tratados para a inactivação da febre, tais como produtos lácteos pasteurizados, carnes processadas a calor, troféus, peles e pêlos, acrescenta a nota. A febre aftosa foi reportada no dia 07 de Janeiro de 2019  na República da África do Sul. As autoridades mo-çambicanas vão reforçar a fiscalização de produtos e sub-produtos de origem animal, conclui.
No ano passado, o Gover-no moçambicano impôs a proibição da circulação de produtos de origem ani-mal, devido à eclosão de fe-bre aftosa.

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