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Africa

Nigéria: Presidência nigeriana confirma libertação de 21 alunas raptadas em Chibok

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Abuja – Vinte e uma das mais de 200 alunas raptadas em Chibok, no nordeste por islamistas do Boko Haram, foram libertadas e entregues ao Governo, confirmou quinta-feira a Presidência nigeriana.

As alunas tinham sido sequestradas em Abril de  2014 no liceu em que estudavam.

“Está confirmado que 21 das alunas desaparecidas em Chibok foram libertadas e que estão sob a custódia da guarda do departamento dos Serviços do Estado (DSS). O director-geral do DSS, Malam Lawal Daura.

Daura acaba de informar o Presidente da República, Muhammadu Buhari, sobre a libertação”, informou o porta-voz presidencial, Mallam Garba Shehu.

“A libertação limitada destas meninas é o coroar das negociações entre a administração e Boko Haram, com a intervenção da Cruz Vermelha Internacional e do Governo suíço. As negociações vão continuar”, acrescentou.

Havia uma certa confusão sobre a autenticidade da libertação, com o Exército nigeriano a declarar não conhecer tais operações ou libertação das meninas.

De acordo com uma outra fonte, as meninas foram recuperadas por um helicóptero militar da zona de Banki do Estado de Borno onde militantes de Boko Haram as haviam depositado muito cedo segunda-feira.

A libertação das 21 meninas surge numa altura em que o Presidente Buhari iniciou uma viagem de três dias à Alemanha para buscar a ajuda para a reconstrução do nordeste da Nigéria, destruído pela seita islamita e terrorista Boko Haram.

Boko Haram raptou as meninas do seu liceu, Chibok Girls Secondary School, no Estado de Borno, a 14 de Abril de 2014.

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Africa

Carne sul-africana proibida em Moçambique

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O Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar mo-çambicano proibiu a importação de produtos de origem animal da África do Sul, de-vido à eclosão da febre aftosa naquele país.

“A Direcção Nacional de Veterinária do Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar determina a interdição de importação de animais das espécies bovinas, caprina, ovina, suína, seus produtos e sub-produtos do território sul-africano”, lê-se num comunicado.
A excepção à proibição é para produtos que tenham sido devidamente tratados para a inactivação da febre, tais como produtos lácteos pasteurizados, carnes processadas a calor, troféus, peles e pêlos, acrescenta a nota. A febre aftosa foi reportada no dia 07 de Janeiro de 2019  na República da África do Sul. As autoridades mo-çambicanas vão reforçar a fiscalização de produtos e sub-produtos de origem animal, conclui.
No ano passado, o Gover-no moçambicano impôs a proibição da circulação de produtos de origem ani-mal, devido à eclosão de fe-bre aftosa.

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