Director do Soportos viola a lei, gabando-se da proteção dos generais Kopelipa e Leopoldino

Um cidadão de nacionalidade francesa, que responde pelo nome de Daniel Zohar, se recusa a respeitar as leis angolanas, deixando claro que a sua vítima que “em Angola, ele é intocável” por cuidar dos negócios dos generais Manuel Hélder Vieira Dias Júnior “Kopelipa”, antigo chefe da Casa Militar da Presidência da República e ministro do Estado, e Leopoldino Fragoso do Nascimento, homens fortes de José Eduardo dos Santos. Eis a história:

O director geral do grupo Soportos, Daniel Zohar, tem estado nos últimos a recusar de cumprir com o seu dever paternal, de com o Código de Família, recusando dar assistência necessária a sua ex-esposa de nome Gisela Pereira Tancredo Zohar e as suas filhas, que agora passam por necessidades básicas.

Daniel Zohar divorciou-se da ex-mulher no passado mês de Agosto do corrente ano, seis anos depois de ter contraído o matrimónio no regime de comunhão de bem adquirido, para namorar e viver com a sua melhor amiga identificada por Sónia Barreto Anja. Para melhor esclarecimento, Sónia roubou marido da sua amiga Gisela.

Segundo a Gisela Zohar, o seu ex-marido sempre apresentou este comportamento de ‘galã francês’. Ainda quando viviam juntos, Daniel já chegou de manter relações amorosas com a baba das suas filhas. “Quando me apercebi que ele namorava a baba fiquei chocada. Pedi a ele que a despedíssemos, mas recusou, abrigando-me a conviver com a rival na mesma casa”, contou lacrimejando.

Hoje a Gisela e as suas filhas vivem de esmolas de pessoas amigas porque o director do grupo Soportos – que ganha mensalmente mais de 20 mil euros – se recusa, categoricamente, de dar assistência básica à família.

“Quando o conheci ele era um simples consultor técnico de informática que prestava serviço a empresa 5M. Hoje tornou-se milionário no Soportos e não quer nos dar assistência”, lamentou, acrescentando que, na semana passada, a ENDE cortou a energia na casa de renda onde vive com as filhas por falta de pagamento.

“Agora o senhorio está já a solicitar os valores da renda da casa. Onde vou buscar dinheiro para liquidar estas contas? Quando éramos casados ele não me deixava trabalhar, agora não sei o que fazer. Estou muito indignada com esta situação”, concluiu.

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