Saúde

EUA reiteram compromisso em erradicar malária de Angola

A embaixadora dos Estados Unidos em Angola, Nina Maria Fite, reiterou o compromisso do seu país em acabar com a malária em Angola.

EUA reiteram compromisso em erradicar malária de Angola
EUA reiteram compromisso em erradicar malária de Angola

EMBAIXADORA DOS EUA EM ANGOLA, NINA MARIA FITE

FOTO: LINO GUIMARAES

Dados oficiais do Ministério da Saúde indicam que, em  2018,  foram registados mais de 2,5 milhões de casos de malária, com três mil 364 mortes.

Num texto publicado na edição de hoje (quinta-feira) do Jornal de Angola, Nina Fite refere que, em 2018, os Estados Unidos investiram 22 milhões de dólares adicionais para ajudar Angola nos esforços de combate à malária e distribuíram quatro milhões de mosquiteiros tratados com insecticida, para ajudar a reduzir a transmissão da doença.

O objectivo é erradicar completamente a malária da face da terra até 2050 e continuar a trabalhar com o povo e o Governo de Angola  para o alcance dessa meta.

Em Angola, a malária representa um problema de saúde pública e é a primeira causa de morte, consultas médicas e de absentismo laboral e escolar, constituindo uma das principais causas de morbi-mortalidade perinatal, aborto, parto prematuro, de baixo peso ao nascer, de anemia em mulheres grávidas e de mortalidade materna.

A doença ainda representa cerca de 35 por cento da demanda de cuidados curativos, 20 por cento de internamentos hospitalares, 40 por cento de morte perinatal e 25 por cento de mortalidade materna.

“Desde 2005, os Estados Unidos investiram 300 milhões de dólares em Angola para combater a malária e continuam a fornecer especialistas, médicos e cientistas para treinar e auxiliar os profissionais de saúde pública no país”, sublinha a embaixadora no texto.

Segundo a diplomata, estes esforços reduziram a mortalidade por malária pela metade na África subsaariana, salvando mais de sete milhões de vidas desde 2000.

O Dia Mundial de Luta Contra a Malária foi instituído em 2007, durante uma sessão da assembleia da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Este ano a efeméride tem como lema “Zero Malária começa comigo”, que reconhece o papel que se pode e se deve desempenhar para o fim da doença.

ANGOP

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