Saúde

Luta contra a Sida deve chegar às comunidades

A Primeira-Dama da República, Ana Dias Lourenço, considera urgente a expansão do serviço de prevenção de transmissão vertical do HIV de mãe para filho nas comunidades periféricas.

Primeira-Dama da República visitou maternidades de Luanda
Fotografia: Dombele Bernardo | Edições Novembro

Ana Dias Lourenço falava ontem à imprensa, depois de ter visitado o Hospital dos Cajueiros (Cazenga) e a Maternidade Lucrécia Paim, no âmbito da implementação do plano operativo da campanha “Nascer Livre para Brilhar”.
A Primeira-Dama defende a descentralização dos serviços para diminuir as enchentes nas unidades hospitalares, sublinhando que há muito trabalho para se fazer. Dados obtidos no local indicam que o Hospital dos Cajueiros tem, actualmente, 126 gestantes com VIH, em tratamento. Na Maternidade Lucrécia Paim, o número de grávidas infectadas, no primeiro trimestre deste ano, foi de 404. Angola pretende reduzir, até 2021, a taxa de transmissão do VIH de mãe para filho de 26 para 14 por cento. O objectivo é ter uma Angola sem Sida pediátrica, até 2030. A campanha “Nascer Livre Para Brilhar” está orçada em 51, 4 mil milhões de kwanzas. Numa primeira fase, as prioridades são as províncias de Benguela, Cuanza-Sul, Huambo, Huíla, Lunda-Sul, Luanda, Cunene e Moxico. Lançada no dia 1 de Dezembro do ano passado, no Moxico, a campanha é liderada pela Organização das Primeiras Damas Africanas (OAFLA/OPDAS) e pela União Africana em Angola.

JA

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Ernesto

Escritor e Editor de Noticias no site Angola Nossa.

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