Sociedade

Bombas de combustível em Luanda sem enchentes

Depois de quase uma semana de escassez de gasolina, provocando grandes filas de automóveis nas bombas de abastecimento, o Jornal de Angola foi ontem a vários postos em Luanda e constatou que a situação voltou à normalidade.

Terminaram as longas filas nas bombas de gasolina
Fotografia: Contreiras Pipa | Edições Novembro

A Sonangol ainda não fez qualquer pronunciamento, mas responsáveis de vários postos de venda disseram que o abastecimento começou a ser feito sem constrangimentos no fim-de-semana.
Na semana passada, a petrolífera justificou a falta de gasolina, desde as primeiras horas de quinta-feira da semana antepassada, a um “condicionamento logístico”.
Na nota, a petrolífera informou ainda que, normalmente, a seguir a qualquer alteração de distribuição de combustível, o mercado leva alguns dias a voltar à normalidade, situação susceptível de induzir “à falsa percepção” de existência de escassez de produto.
Angola é o segundo maior produtor de petróleo em África, a seguir a Nigéria, com cerca de 1,5 milhões de barris por dia, mas a actividade de refinação está concentrada na Refinaria de Luanda, que produz apenas 20 por cento das necessidades do país em gasolina. Está em curso o programa de modernização e ampliação da Refinaria de Luanda com vista a aumentar a capacidade de processamento de combustíveis. Angola importa 80 por cento de produtos refinados, gastando anualmente quatro mil milhões de dólares.

JA

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