DestaqueSociedade

“Seja solidário, doe o que pode” – apela João Lourenço

“Seja solidário, doe o que pode”, apelou hoje o Presidente da República, João Lourenço, na sua conta no Twitter, para que continuem os actos solidários para salvar milhares de sinistrados assolados pela seca no sul do país.

“Seja solidário, doe o que pode” - apela João Lourenço
“Seja solidário, doe o que pode” – apela João Lourenço

Presidente da República, depois da visita realizada em Maio no Namibe e Cunene, continua preocupado com os momentos críticos agravados pela seca no sul do país
Fotografia: Kindala Manuel | Edições Novembro

João Lourenço defende à contínua busca de apoios para atender as populações, principalmente no decorrer dos meses de Julho, Agosto e Setembro, por considerar momentos críticos para as regiões afectadas pela seca, não só as comunidades do Cunene, a província mais afectada, mas também as populações do Cuando Cubango, da Huíla, do Namibe, de Benguela e do Cuanza-Sul que sentem, igualmente, os efeitos da seca. “O momento é crítico para o sul de Angola avizinha-se (Julho, Agosto e Setembro), pelo que os milhões de angolanos devem continuar solidários, para salvar vidas naquelas comunidades”.

A propósito do fenómeno, o Governo aprovou em Abril um pacote financeiro fixado em 200 milhões de dólares para solucionar os problemas estruturantes ligados aos efeitos destrutivos na província do Cunene.

Em despacho, o titular do Poder Executivo determinou que os sectores correspondentes desencadeassem os procedimentos de contratação, por concurso público, dos serviços para a edificação de um conjunto de obras com aquele fim.

Em concreto, o Presidente da República orientou, após a visita efectuada em Maio nas províncias do Namibe e Cunene, que se construa um sistema de transferência de água do rio Cunene, que partirá da localidade de Cafu até Shana, nas áreas de Cuamato e Namacunde.

A obra está estimada em kwanzas o equivalente a 80 milhões de dólares.

Um segundo projecto será a construção de uma barragem na localidade de Calucuve incluindo canal adutor associado, num custo global de 60 milhões de dólares, correspondentes em moeda nacional.

Deve ser também construída uma outra barragem e o respectivo canal adutor, na localidade de Ndue, também no valor de 60 milhões de dólares, equivalentes em kwanzas.

Além do concurso público para encontrar empresas que possam edificar as obras anunciadas, João Lourenço determinou, em despacho, a contratação dos necessários serviços de fiscalização.

JA

Tags
Mostrar Mais

Artigos Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Back to top button