Covid-19: Porto isento dos próximos voos da TAAG

Luanda – Ao fazer regressar 283 cidadãos angolanos, da cidade portuguesa do Porto, na última quinta-feira (dia 30), a transportadora aérea nacional (TAAG) vai direccionar os próximos três voos humanitários de repatriamento exclusivamente a Lisboa, capital de Portugal.

Segundo fonte aeronáutica, com os passageiros regressados da conhecida cidade invicta, na manhã de quinta-feira, incluindo mais de 50 crianças, está honrado um compromisso patriótico, fruto das boas relações políticas e diplomáticas entre os govrnos angolano e português.

“Pelo menos já resgatamos todos os cidadãos que se encontravam no Porto e solicitaram o apoio do Estado, cumprindo com o previsto no programa de voos dessa natureza que se estenderá até ao mês de Setembro, contemplando só já Lisboa”, informou hoje à Angop.

Tal como na primeira operação oficial da TAAG, nesse período de Estado de Calamidade, repatriando 260 compatriotas retidos em Lisboa, desde o dia 27 de Março, face à covid-19, foram priorizados idosos, doentes em juntas médica, angolanos em formação e algumas familias.

De igual modo, foram encaminhados para os habituais centros de quarententa institucional obrigatória de Luanda, depois obedecerem os procedimentos aeroportuários e as medidas de biossegurança, impostas pelas autitidades sanigtárias no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro.

Os viajantes a bordo do Boeing 777-300, da TAAG, antes do embarque, tiveram de apresentar o teste “negativo” da Covid-19, realizado 72 horas antes, assim como preencheram a declaração de aceitação do período de quarentena institucional em hotéis designados pelo Estado Angolano.

Desde que foi decretado o Estado de Emergência, a 25 de Março último, a TAAG transportou quatro  mil cidadãos angolanos que estavam retidos no estrangeiro. Só nesse mês de Julho, transportou 760 cidadãos, 543 a partir de Portugal e os demais da cidade sul-africana de Joanesburgo.

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