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Angola

Vazamento de fotos do cadáver de Beatriz causa demissão

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O Serviço de Investigação Criminal (SIC),  afastou recentemente um oficial tido como o responsável pelo vazamento,  nas redes sociais,  de  imagens sensíveis do cadáver da ex-apresentadora da TPA, Beatriz Fernandes  e de seu amigo Jomance Muxito, tiradas no dia anterior ao assassinato.
Nas imagens era possível ver  os cadáveres estendidos no local do crime  com marcas de tortura e humilhação.  O SIC, considerou internamente como graves a ação de vazamento das imagens razão pela qual decidiu sancionar o responsável de tal pratica,  que é um jovem oficial  (nome deliberadamente omitido) recém regressado de uma formação em Moscovo.
De acordo com as investigações, Beatriz Fernandes terá sido morta a mando de um    empreendedor  com quem  a mesma mantinha uma antiga relação  de  proximidade e que nos últimos anos  ajudou a mesma a  erguer uma vivenda, nos arredores do município de Viana.   O empreendedor, segundo estima a investigação,  terá se sentido desiludido ao aperceber-se  que Beatriz Fernandes estaria frequentemente a beneficiar de boleia de carro,  de um jovem mais novo,  Jomance Muxito. A evidencia que teve foi quando mandou investigar e enviaram lhe uma fotografia de Jomance Muxito na sala da casa da falecida.
No seguimento do assassinato a policia de  investigação criminal apresentou um grupo de cidadãos estrangeiros que se julgava serem os autores do crime.  Por outro lado, dias apos ao enterro, foi também detido o esposo (estavam em fase de divorcio) da falecida, para interrogatório mas acabou sendo posto em liberdade depois de a policia de investigação ter ficando convencida de que ele não estava  ligado ao crime que resultou na morte da mãe dos seus dois filhos.

Angola

PR exonera Comandante Geral da Polícia Nacional O Presidente da República, João Lourenço, exonerou hoje, terça-feira, o Comissário-Chefe Salvador José Rodrigues, do cargo de segundo Comandante Geral da Polícia Nacional

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Até ao momento, não são conhecidas, oficialmente, as razões da ausência de Rafael Marques.

O encontro ocorreu 24 dias depois de o Chefe de Estado ter condecorado com medalhas de mérito distintas personalidades que se bateram pela independência nacional, num gesto que visa consolidar o processo de reconciliação entre os angolanos.

Com essa audiência, João Lourenço deu seguimento à estratégia de estender o diálogo a organizações da sociedade civil que reclamam, há muito, o direito de serem ouvidas e de contribuírem com os seus pontos de vista ou opiniões.

O encontro, do qual participaram representantes de mais de uma dezena de ONG e associações cívicas, visou assegurar a melhoria do desempenho da acção governativa, em relação a variadíssimos assuntos, entre os quais a qualidade do ensino.

Estiveram no Palácio Presidencial, entre outros, activistas habitualmente críticos ao Governo, nomeadamente Luaty Beirão e Alexandra Simeão (Associação HANDECA), Fernando Macedo (Associação Justiça, Paz e Desenvolvimento), Salvador Freire (Associação Mãos Livres) e José Patrocínio (OMUNGA).

Participaram também representantes de outras associações, tais como o Centro Cultural Mosaico, a Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA), a AMANGOLA e os Conselhos Nacional e Provincial da Juventude.

Em declarações à imprensa, a representante da Associação HANDECA, Alexandra Simeão, disse que a ida ao Palácio Presidencial representa um reconhecimento público de que o Presidente da República tem tido “uma governação corajosa”.

“Não podemos concordar sempre com tudo, mas, na generalidade, tem sido uma tentativa de construir um novo país. Vamos aguardar e incentivar que isso aconteça”, expressou a activista, que saudou a abertura do Chefe de Estado para contactarem os seus serviços de apoio e fazerem chegar as suas propostas.

Já o representante do Observatório Político e Social de Angola (OPSA), Sérgio Calundungo, afirmou ter sido um “encontro simbólico, que marca um momento muito importante” na relação entre o Presidente da República e as vozes da sociedade civil que, durante muito tempo, criticaram aquilo que foi sendo a governação.

“O PR demonstra que não tem receio de dialogar, nem que fosse com as vozes mais críticas da sociedade”, vincou o activista.

Por sua vez, José Patrocínio, da Associação OMUNGA, declarou que a sociedade civil continua expectante em relação à resolução de questões sensíveis, como o combate à corrupção, um dos temas a que o Chefe de Estado mais se dedica.

“O importante é que as coisas passaram a ser assuntos de domínio público”, declarou.

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