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Angola

Vazamento de fotos do cadáver de Beatriz causa demissão

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O Serviço de Investigação Criminal (SIC),  afastou recentemente um oficial tido como o responsável pelo vazamento,  nas redes sociais,  de  imagens sensíveis do cadáver da ex-apresentadora da TPA, Beatriz Fernandes  e de seu amigo Jomance Muxito, tiradas no dia anterior ao assassinato.
Nas imagens era possível ver  os cadáveres estendidos no local do crime  com marcas de tortura e humilhação.  O SIC, considerou internamente como graves a ação de vazamento das imagens razão pela qual decidiu sancionar o responsável de tal pratica,  que é um jovem oficial  (nome deliberadamente omitido) recém regressado de uma formação em Moscovo.
De acordo com as investigações, Beatriz Fernandes terá sido morta a mando de um    empreendedor  com quem  a mesma mantinha uma antiga relação  de  proximidade e que nos últimos anos  ajudou a mesma a  erguer uma vivenda, nos arredores do município de Viana.   O empreendedor, segundo estima a investigação,  terá se sentido desiludido ao aperceber-se  que Beatriz Fernandes estaria frequentemente a beneficiar de boleia de carro,  de um jovem mais novo,  Jomance Muxito. A evidencia que teve foi quando mandou investigar e enviaram lhe uma fotografia de Jomance Muxito na sala da casa da falecida.
No seguimento do assassinato a policia de  investigação criminal apresentou um grupo de cidadãos estrangeiros que se julgava serem os autores do crime.  Por outro lado, dias apos ao enterro, foi também detido o esposo (estavam em fase de divorcio) da falecida, para interrogatório mas acabou sendo posto em liberdade depois de a policia de investigação ter ficando convencida de que ele não estava  ligado ao crime que resultou na morte da mãe dos seus dois filhos.

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Angola

Empresa sul-africana investe na agricultura

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A empresa sul-africana Tödi River Farms, especializada na produção de fertilizantes agrícolas e alimentos para o gado, vai investir cerca de 362 milhões dólares no Congo para produzir essencialmente milho, arroz, soja e feijão, noticiou a PANA em Brazzaville, junto do Ministério congolês da Agricultura e Pecuária.

Investimento vai estimular a produção de alimentos
Fotografia: Eduardo Pedro | Edições Novembro

O Governo congolês e responsáveis da empresa sul-africana assinaram recentemente em Brazzaville um contrato de arrendamento que autoriza a Tödi River Farms a lançar as suas actividades nos 40 mil hectares de terra de Malolo, pequena aldeia situada a mais de 400 quilómetros a sudoeste de Brazzaville, de acordo com a fonte.
O ministro congolês da Agricultura e Pecuária, Henri Djombo, que saudou a excelência das relações entre o seu país e a África do Sul, indicou que as actividades agrícolas e agro-industriais vão contribuir, com certeza, para impulsionar o sector e garantir a auto-suficiência alimentar no Congo. Durante os 60 anos previstos no arrendamento, os exploradores sul-africanos vão realizar também a assistência pecuária aos bovinos, de acordo com a governante.
O director-geral da Agricultura, Simon Dieudonné Savou, declarou que a cultura do milho, necessária à produção dos alimentos de gado, vai aumentar a oferta agro-alimentar do Congo. “A produção dos alimentos de gado permitirá desenvolver a pecuária”.
No plano do desenvolvimento local, a empresa Tödi River Farms poderá, finalmente, criar quase 250 empregos directos e mais de mil empregos indirectos por campanha agrícola”, disse.
O caderno de encargos prevê igualmente uma transferência de competências, já que os técnicos vão poder formar novas gerações de exploradores agrícolas congoleses. O director-geral da empresa, Déon Lézar, prometeu valorizar os 40 mil hectares de terra.

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