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Política

CASA-CE desafia João Lourenço a provar que o seu dinheiro está no país

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O deputado Lindo Bernardo Tito defende que João Lourenço deve vir a público apresentar a sua alegada fortuna, para servir de exemplo para os cidadãos que terão guardado dinheiro no exterior.

Fonte: NJ

A CASA-CE desafia o Presidente da República a ser o primeiro cidadão a provar que não tem dinheiro guardado nos bancos estrangeiros. A posição foi manifestada por um deputado da coligação, horas depois de João Lourenço ter dado um “tempo de graça” aos angolanos com elevadas somas monetárias fora do país, capitais alegadamente desviados dos cofres do Estado.

Para Lindo Bernardo Tito (na foto, ao centro), que falava em exclusivo para o Novo Jornal, o “Presidente deve parar de fazer promessas. Tem de ir aos actos concretos para que possamos entender melhor a vontade que ele tem de inverter o quadro que ele e o seu partido criaram no passado”.

O dirigente da CASA-CE referiu ainda que o Chefe de Estado tinha a oportunidade de dizer no encerramento do seminário da bancada parlamentar do MPLA, subordinada ao tema “Os Tipos de Crimes a que Estão Sujeitos os Titulares de Cargos Públicos”, que “eu, Presidente da República, tive alguns rendimentos depositados lá fora, e já os repatriei para o país”.

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Política

UNITA sugere revisão do recrutamento de agentes

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A UNITA condena, veementemente, a morte, a tiro, da zungueira Juliana Jacinto e exorta o Executivo e o Ministério do Interior, em particular, para rever as formas de recrutamento e formação dos efectivos para a Polícia Nacional.

Viúvo de Julieta Jacinto com a bebé de poucos meses
Fotografia: Contreiras pipas | edições novembro

Numa nota de repúdio pela morte da zungueira, na terça-feira, o secretariado executivo do Comité Permanente da UNITA lamenta a morte de Juliana Jacinto e exorta o Ministério do Interior a dar particular atenção às acções de “desarmamento das mentes”.“Devem fazer parte da Polícia Nacional homens e mulheres com equilíbrio emocional comprovado, sob pena de termos em funções de segurança pública pessoas erradas que somente contribuem para a morte dos cidadãos e para o mau nome da corporação”, defende o órgão de cúpula do maior partido da oposição, que apresenta condolências à família enlutada.
A organização juvenil da FNLA condena a “forma bárbara” como Jualiana Jacinto foi morta e pede ao Ministério do Interior para que responsabilize disciplinar, civil e criminalmente os agentes envolvidos.

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A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, considerou ontem um acto condenável e repugnante o comportamento do agente da Polícia Nacional que resultou no assassinato da cidadã de 28 anos Juliana Jacinto.

Luísa Damião, que falava à imprensa no fim de uma visita à residência da malograda, no bairro Huambo, afirmou que não há nada que justifique que se tire a vida de uma cidadã indefesa. A vice-presidente do MPLA, que levou bens de primeira necessidade, garantiu que iria fazer um “acompanhamento especial” da situação da família de Juliana Jacinto.
O viúvo de Juliana Jacinto disse ter recebido, na quinta-feira, uma visita do governador de Luanda, Sérgio Luther Rescova, de quem recebeu uma promessa de emprego, para garantir o sustento da família e providenciar uma moradia condigna para os filhos.

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