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Política

Extinção da APIEX e UTIP na agenda do executivo

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Lisboa – Ernesto Manuel Norberto Garcia e Belarmino Gomes da Rocha Van-Dúnem , dois altos responsáveis,  que encabeçam  a Unidade Técnica para o Investimento Privado e  da Agência para a Promoção de Investimento e Exportação de Angola,  estão em vias de ser  notificados da cessão dos cargos que ocupam em função de novos  planos das autoridades.
Fonte: Club-k.net
O executivo segundo apurou o Club-K,  tem planos tendentes de criar uma entidade única para gerir o “investimento privado”  extinguindo assim as entidades como  APIEX- Agência para a Promoção de Investimento e Exportação de Angola, UTIP- Unidade Técnica para o Investimento Privado, INAPEM- Instituto Nacional de Apoio as Micro, Pequenas e Médias Empresas, IFE- Instituto de Fomento Empresarial, UTAIPS – Unidade Técnica de Apoio ao Investimento Privado.
A    nova entidade a ser criada, deverá ficar sob dependência do Ministério da Econômica que no novo figurino também supervisiona diretamente o comercio externo indicando os representantes comerciais juntos as chancelarias de Angola no exterior.
No passado a APIEX e a UTIP resultaram do desmembramento, ocorrido em 2015,  da antiga Agência Angolana de Investimento Privado (ANIP) então liderada pela jurista  Maria Luísa Abrantes.  Com o surgimento da futura “entidade única”, as autoridades  retomam o formato anterior mas desta vez congregando a INAPEM, UTAIPS e o IFE.

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Política

UNITA sugere revisão do recrutamento de agentes

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A UNITA condena, veementemente, a morte, a tiro, da zungueira Juliana Jacinto e exorta o Executivo e o Ministério do Interior, em particular, para rever as formas de recrutamento e formação dos efectivos para a Polícia Nacional.

Viúvo de Julieta Jacinto com a bebé de poucos meses
Fotografia: Contreiras pipas | edições novembro

Numa nota de repúdio pela morte da zungueira, na terça-feira, o secretariado executivo do Comité Permanente da UNITA lamenta a morte de Juliana Jacinto e exorta o Ministério do Interior a dar particular atenção às acções de “desarmamento das mentes”.“Devem fazer parte da Polícia Nacional homens e mulheres com equilíbrio emocional comprovado, sob pena de termos em funções de segurança pública pessoas erradas que somente contribuem para a morte dos cidadãos e para o mau nome da corporação”, defende o órgão de cúpula do maior partido da oposição, que apresenta condolências à família enlutada.
A organização juvenil da FNLA condena a “forma bárbara” como Jualiana Jacinto foi morta e pede ao Ministério do Interior para que responsabilize disciplinar, civil e criminalmente os agentes envolvidos.

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A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, considerou ontem um acto condenável e repugnante o comportamento do agente da Polícia Nacional que resultou no assassinato da cidadã de 28 anos Juliana Jacinto.

Luísa Damião, que falava à imprensa no fim de uma visita à residência da malograda, no bairro Huambo, afirmou que não há nada que justifique que se tire a vida de uma cidadã indefesa. A vice-presidente do MPLA, que levou bens de primeira necessidade, garantiu que iria fazer um “acompanhamento especial” da situação da família de Juliana Jacinto.
O viúvo de Juliana Jacinto disse ter recebido, na quinta-feira, uma visita do governador de Luanda, Sérgio Luther Rescova, de quem recebeu uma promessa de emprego, para garantir o sustento da família e providenciar uma moradia condigna para os filhos.

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