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Política

Ministro angolano em esbanjamento no Brasil

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As autoridades brasileiras manifestaram-se surpreendidas com registros de alegados actos de esbanjamento atribuídos ao ministro das finanças de Angola, Augusto Archer Mangueira a quando da sua recente deslocação, ao Brasil para reabertura dos desembolsos da Linha de Crédito para o financiamento de alguns Projetos de Investimento Público, inscritos no Orçamento Geral do Estado de 2018.

Fonte: Club-k.net

De acordo com o que “assustou”, as autoridades daquele país, o ministro que veio de um país em crise financeira, chegou ao Rio de Janeiro numa sexta-feira, 26 de Janeiro, transportado de um jacto privado fretado para o efeito, ao invés de viajar pela transportadora de bandeira nacional TAAG, que seria menos custos para os cofres de Estado. Para além da sua delegação oficial, o governante levou uma acompanhante tendo se hospedado num dos mais luxuosos hotéis do rio de Janeiro, o Hotel Fasano.

Logo após o fim de semana passado, no Rio de Janeiro, o ministro seguiu na segunda-feira, 30, para a cidade de Brasília para assinar contratos de financiamentos e depois dos trabalhos regressou com a mesma aeronave privada a cidade do cristo redentor, para apanhar a sua acompanhante que terá ficado naquela cidade a visitar lojas. Na visão dos observadores, o ministro poderia ter ido já a Brasília com a sua companheira e dai regressarem para Luanda, ao invés da rota feita que acarretou mais custos.

De acordo com consultas, as autoridades brasileiras terão mesmo questionado a seriedade dos dirigentes angolanos baseando-se na conduta do ministro Mangueira que ao ir em missão de pedido de financiamento naquele país protagonizou sinais de esbanjamentos tais como viajar em jacto privado que permaneceu no aeroporto do Rio de Janeiro pagando taxas aeroportuárias quando poderia viajar num voo comercial.

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Política

PCA com dificuldades de exonerar familiar do ex presidente de Angola

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O PCA da Administração Geral Tributária (AGT), Sílvio Franco Burity denota dificuldades em proceder com a exoneração da Directora dos Recursos Humanos da instituição que dirige, Isabel Maria dos Santos de Carvalho Costa, referenciada pelos funcionários  como “sobrinha do camarada Presidente José Eduardo dos Santos”.

Fonte: Club-k.net

A teoria da “dificuldades do PCA”, é apoiada em recentes precedentes, em que a diretora havia sido comunicada em  duas ocasiões distintas  a cerca da sua exoneração  e que nunca se efectivou.  Muito recentemente, Isabel Costa despediu-se dos funcionários do seu departamento anunciando a estes da sua situação demissionária, num quadro de rotação interna. Não tardou, muito, o PCA da AGT, Sílvio Franco Burity teria recebido uma visita de alguém da família “Dos Santos”, e o assuntou da exoneração da diretora  nunca mais foi falado deixando no ar a ideia de ocorrência de recuo.

 

Sílvio Franco Burity tem a reputação de ser um  quadro comprometido com o clã Eduardo dos Santos, e de a estes dever favores para a sua manutenção no poder.  É geralmente citado  como o gestor público   que deu a ideia a José Filomeno dos Santos,  em torno da  Bromangol, a empresa que condicionava o desenlace aduaneiro ao pagamento da inspecção aos produtos que entravam em Angola. Tão logo tomou posse como novo alto magistrado da nação, o PR João Lourenço, desmantelou o esquema envolvendo esta empresa privada.

 

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