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Política

Presidente João Lourenço exonera administração da TPA, RNA, Jornal de Angola e Angop

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O Presidente da República,  João Lourenço, exonerou hoje as administrações de todas as empresas públicas de comunicação social, tendo nomeado novos administradores para os cargos.

 Joao Lourenco

De acordo com uma informação envida hoje à agência Lusa pela Casa Civil do Presidente da República, João Lourenço exonerou, por decreto, os conselhos de administração da Televisão Pública de Angola (TPA), Rádio Nacional de Angola (RNA), Edições Novembro (proprietária do Jornal de Angola) e Agência Angola Press (Angop).

Na sequência, o Presidente da República nomeouas seguintes entidades para integrarem:

Conselho de Administração da Empresa Televisão Pública de Angola (TPA-E.P.):

José Fernando Gonçalves Guerreiro – Presidente do Conselho de Administração;

Francisco José Mendes – Administrador Executivo para a Área de Conteúdos;

Bidima Manteya Jorge – Administrador Executivo para Administração e Finanças;

Manuel Florindo Rosa dos Ramos – Administrador Executivo para a Área Técnica;

Ana Maria de Lemos Rodrigues de Gouveia – Administradora Executiva para a Área de Marketing e Intercâmbio;

Leonel da Conceição Abel Martins – Administrador Não Executivo;

 António Baptista – Administrador Não Executivo.

Na Radiofusão Nacional de Angola (RNA E.P.), foram nomeados:

Marcos António Quintino Lopes – Presidente do Conselho de Administração;

Paula Marina Valério Alho Simons – Administradora Executiva para a Área de Conteúdos;

Fidel José Adão da Silva – Administrador Executivo para Administração e Finanças;

Cândido Gomes da Rocha Pinto – Administrador Executivo para a Área Técnica;

Círia Angelina de Castro Monteiro Cassoma – Administradora Executiva para a Área de Marketing e Intercâmbio;

José Fernandes Coelho da Cruz Neto – Administrador Não Executivo;

Aguinaldo José Lino Cahilo – Administrador Não Executivo.

Para o Conselho de Administração da empresa Edições Novembro E.P., foram nomeados:

Victor Emanuel Nelson da Silva-Presidente do Conselho de Administração;

Caetano Pedro da Conceição Júnior-Administrador Executivo para a Área de Conteúdos;

José Alberto Domingos-Administrador Executivo para Administração e Finanças;

Carlos Alberto da Costa Faro Molares D’Abril-Administrador Executivo para a Área Técnica;

Mateus Francisco João dos Santos Júnior-Administrador Executivo para a Área de Marketing, Publicidade e Vendas;

Olímpio de Sousa e Silva-Administrador não Executivo;

Catarina Viera Dias da Cunha-Administradora não Executiva.

Por último, o Presidente da República nomeou para integrarem o Conselho de Administração da Agência Angola Press, ANGOP E.P., as seguintes entidades:

Josué Salusuva Isaías – Presidente do Conselho de Administração;

José Chimuco – Administrador Executivo para a Área de Conteúdos;

Engrácia Manuela Francisco Bernardo – Administradora Executiva para a Área de Administração e Finanças;

Manuel Luzito André – Administrador Executivo para a Área Técnica;

Lourenço João Miguel Mutepa – Administrador Executivo, para a Área de Marketing e Intercâmbio;

Anastácio Pinto Emídio de Brito – Administrador não Executivo;

  Júlia Maria Dias Rodrigues Mingas – Administradora não Executiva.

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Política

PCA com dificuldades de exonerar familiar do ex presidente de Angola

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O PCA da Administração Geral Tributária (AGT), Sílvio Franco Burity denota dificuldades em proceder com a exoneração da Directora dos Recursos Humanos da instituição que dirige, Isabel Maria dos Santos de Carvalho Costa, referenciada pelos funcionários  como “sobrinha do camarada Presidente José Eduardo dos Santos”.

Fonte: Club-k.net

A teoria da “dificuldades do PCA”, é apoiada em recentes precedentes, em que a diretora havia sido comunicada em  duas ocasiões distintas  a cerca da sua exoneração  e que nunca se efectivou.  Muito recentemente, Isabel Costa despediu-se dos funcionários do seu departamento anunciando a estes da sua situação demissionária, num quadro de rotação interna. Não tardou, muito, o PCA da AGT, Sílvio Franco Burity teria recebido uma visita de alguém da família “Dos Santos”, e o assuntou da exoneração da diretora  nunca mais foi falado deixando no ar a ideia de ocorrência de recuo.

 

Sílvio Franco Burity tem a reputação de ser um  quadro comprometido com o clã Eduardo dos Santos, e de a estes dever favores para a sua manutenção no poder.  É geralmente citado  como o gestor público   que deu a ideia a José Filomeno dos Santos,  em torno da  Bromangol, a empresa que condicionava o desenlace aduaneiro ao pagamento da inspecção aos produtos que entravam em Angola. Tão logo tomou posse como novo alto magistrado da nação, o PR João Lourenço, desmantelou o esquema envolvendo esta empresa privada.

 

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