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Política

Presidente faz mudanças na comunicação social

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As quatro empresas públicas de comunicação social têm deste ontem novos conselhos de administração. Segundo um comunicado da Casa Civil do Presidente da República, o Chefe de Estado exonerou todos os presidentes dos conselhos de administração das empresas públicas de comunicação social e nomeou outros administradores.

O Presidente da República João Lourenço
Fotografia: Edições Novembro

O conselho de administração da Edições Novembro (empresa que publica o “Jornal de Angola”, “Jornal dos Desportos”, “Economia e Finanças”, “Cultura” e “Jornal Metropolitano de Luanda”) passa a ser dirigido por Victor Silva, que já foi director-geral da empresa e administrador não executivo. O pelouro dos conteúdos tem como administrador Caetano Júnior, que é director executivo do “Jornal Metropolitano de Luanda”.

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Política

PCA com dificuldades de exonerar familiar do ex presidente de Angola

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O PCA da Administração Geral Tributária (AGT), Sílvio Franco Burity denota dificuldades em proceder com a exoneração da Directora dos Recursos Humanos da instituição que dirige, Isabel Maria dos Santos de Carvalho Costa, referenciada pelos funcionários  como “sobrinha do camarada Presidente José Eduardo dos Santos”.

Fonte: Club-k.net

A teoria da “dificuldades do PCA”, é apoiada em recentes precedentes, em que a diretora havia sido comunicada em  duas ocasiões distintas  a cerca da sua exoneração  e que nunca se efectivou.  Muito recentemente, Isabel Costa despediu-se dos funcionários do seu departamento anunciando a estes da sua situação demissionária, num quadro de rotação interna. Não tardou, muito, o PCA da AGT, Sílvio Franco Burity teria recebido uma visita de alguém da família “Dos Santos”, e o assuntou da exoneração da diretora  nunca mais foi falado deixando no ar a ideia de ocorrência de recuo.

 

Sílvio Franco Burity tem a reputação de ser um  quadro comprometido com o clã Eduardo dos Santos, e de a estes dever favores para a sua manutenção no poder.  É geralmente citado  como o gestor público   que deu a ideia a José Filomeno dos Santos,  em torno da  Bromangol, a empresa que condicionava o desenlace aduaneiro ao pagamento da inspecção aos produtos que entravam em Angola. Tão logo tomou posse como novo alto magistrado da nação, o PR João Lourenço, desmantelou o esquema envolvendo esta empresa privada.

 

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