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Política

Procurador Geral propõe-se combater branqueamento de capitais

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O combate à criminalidade, com realce aos crimes de ?colarinho branco?, ao branqueamento de capitais, à corrupção e ao nepotismo, estão entre as prioridades da Procuradoria-Geral da República (PGR), numa meta a ser alcançada a médio e curto prazos.

Fonte: Angop

A informação foi prestada à imprensa nesta quinta-feira pelo Procurador-Geral da República, Hélder Pitta Grós, após ter sido empossado no cargo pelo Presidente da República, João Lourenço.

Quanto à celeridade dos processos crimes que estão sob tutela da instituição, Hélder Pitta Grós afirmou que a perspectiva é tratar todos os casos com celeridade.

 

No acto, que decorreu no Palácio Presidencial, tomaram posse o Procurador-Geral da República, Hélder Pitta Grós, os vices-procuradores gerais da República, Luís da Mota Liz e Adão Adriano António, este último para a Esfera Militar e Procurador Militar das Forças Armadas Angolanas (FAA).

Foram igualmente empossados Domingos Manuel Dias, Celestino Paulo Benguela, Júlia Rosa Agostinho Pereira de Lacerda Gonçalves e João Luís de Freitas Coelho, nos cargos de procuradores gerais-adjuntos da República.

Por inerência de função o vice-procurador geral da

República para a Esfera Militar e Procurador Militar das FAA, Adão Adriano António, foi promovido, na ocasião, ao grau militar de General, pelo Comandante em Chefe das Forças Armadas Angolanas, o Presidente da República, João Lourenço.

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Política

UNITA sugere revisão do recrutamento de agentes

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A UNITA condena, veementemente, a morte, a tiro, da zungueira Juliana Jacinto e exorta o Executivo e o Ministério do Interior, em particular, para rever as formas de recrutamento e formação dos efectivos para a Polícia Nacional.

Viúvo de Julieta Jacinto com a bebé de poucos meses
Fotografia: Contreiras pipas | edições novembro

Numa nota de repúdio pela morte da zungueira, na terça-feira, o secretariado executivo do Comité Permanente da UNITA lamenta a morte de Juliana Jacinto e exorta o Ministério do Interior a dar particular atenção às acções de “desarmamento das mentes”.“Devem fazer parte da Polícia Nacional homens e mulheres com equilíbrio emocional comprovado, sob pena de termos em funções de segurança pública pessoas erradas que somente contribuem para a morte dos cidadãos e para o mau nome da corporação”, defende o órgão de cúpula do maior partido da oposição, que apresenta condolências à família enlutada.
A organização juvenil da FNLA condena a “forma bárbara” como Jualiana Jacinto foi morta e pede ao Ministério do Interior para que responsabilize disciplinar, civil e criminalmente os agentes envolvidos.

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A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, considerou ontem um acto condenável e repugnante o comportamento do agente da Polícia Nacional que resultou no assassinato da cidadã de 28 anos Juliana Jacinto.

Luísa Damião, que falava à imprensa no fim de uma visita à residência da malograda, no bairro Huambo, afirmou que não há nada que justifique que se tire a vida de uma cidadã indefesa. A vice-presidente do MPLA, que levou bens de primeira necessidade, garantiu que iria fazer um “acompanhamento especial” da situação da família de Juliana Jacinto.
O viúvo de Juliana Jacinto disse ter recebido, na quinta-feira, uma visita do governador de Luanda, Sérgio Luther Rescova, de quem recebeu uma promessa de emprego, para garantir o sustento da família e providenciar uma moradia condigna para os filhos.

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