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Política

UNITA sugere revisão do recrutamento de agentes

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A UNITA condena, veementemente, a morte, a tiro, da zungueira Juliana Jacinto e exorta o Executivo e o Ministério do Interior, em particular, para rever as formas de recrutamento e formação dos efectivos para a Polícia Nacional.

Viúvo de Julieta Jacinto com a bebé de poucos meses
Fotografia: Contreiras pipas | edições novembro

Numa nota de repúdio pela morte da zungueira, na terça-feira, o secretariado executivo do Comité Permanente da UNITA lamenta a morte de Juliana Jacinto e exorta o Ministério do Interior a dar particular atenção às acções de “desarmamento das mentes”.“Devem fazer parte da Polícia Nacional homens e mulheres com equilíbrio emocional comprovado, sob pena de termos em funções de segurança pública pessoas erradas que somente contribuem para a morte dos cidadãos e para o mau nome da corporação”, defende o órgão de cúpula do maior partido da oposição, que apresenta condolências à família enlutada.
A organização juvenil da FNLA condena a “forma bárbara” como Jualiana Jacinto foi morta e pede ao Ministério do Interior para que responsabilize disciplinar, civil e criminalmente os agentes envolvidos.

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A vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, considerou ontem um acto condenável e repugnante o comportamento do agente da Polícia Nacional que resultou no assassinato da cidadã de 28 anos Juliana Jacinto.

Luísa Damião, que falava à imprensa no fim de uma visita à residência da malograda, no bairro Huambo, afirmou que não há nada que justifique que se tire a vida de uma cidadã indefesa. A vice-presidente do MPLA, que levou bens de primeira necessidade, garantiu que iria fazer um “acompanhamento especial” da situação da família de Juliana Jacinto.
O viúvo de Juliana Jacinto disse ter recebido, na quinta-feira, uma visita do governador de Luanda, Sérgio Luther Rescova, de quem recebeu uma promessa de emprego, para garantir o sustento da família e providenciar uma moradia condigna para os filhos.

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Política

PCA com dificuldades de exonerar familiar do ex presidente de Angola

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O PCA da Administração Geral Tributária (AGT), Sílvio Franco Burity denota dificuldades em proceder com a exoneração da Directora dos Recursos Humanos da instituição que dirige, Isabel Maria dos Santos de Carvalho Costa, referenciada pelos funcionários  como “sobrinha do camarada Presidente José Eduardo dos Santos”.

Fonte: Club-k.net

A teoria da “dificuldades do PCA”, é apoiada em recentes precedentes, em que a diretora havia sido comunicada em  duas ocasiões distintas  a cerca da sua exoneração  e que nunca se efectivou.  Muito recentemente, Isabel Costa despediu-se dos funcionários do seu departamento anunciando a estes da sua situação demissionária, num quadro de rotação interna. Não tardou, muito, o PCA da AGT, Sílvio Franco Burity teria recebido uma visita de alguém da família “Dos Santos”, e o assuntou da exoneração da diretora  nunca mais foi falado deixando no ar a ideia de ocorrência de recuo.

 

Sílvio Franco Burity tem a reputação de ser um  quadro comprometido com o clã Eduardo dos Santos, e de a estes dever favores para a sua manutenção no poder.  É geralmente citado  como o gestor público   que deu a ideia a José Filomeno dos Santos,  em torno da  Bromangol, a empresa que condicionava o desenlace aduaneiro ao pagamento da inspecção aos produtos que entravam em Angola. Tão logo tomou posse como novo alto magistrado da nação, o PR João Lourenço, desmantelou o esquema envolvendo esta empresa privada.

 

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